quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ESPECIAL 25 ANOS DO SULÃO DE CATEQUESE


* Matéria elaborada por Eliana Patrícia Stumpf  
Assessora de Comunicação do Regional Sul 3 da CNBB


 O TESTEMUNHO DE QUEM VIVE A EXPERIÊNCIA DE SER PROTAGONISTAS DA FÉ

Desde 1988 o Sulão de Catequese congrega os Regionais Oeste 1, Sul 1, 2, 3, e 4 para abordar as vivências da Animação Bíblico-Catequética. O tema escolhido para a oitava edição do evento, realizado de 25 a 27 de outubro no Cecrei, em São Leopoldo (RS), foi “Catequista: protagonista da fé”. Os bispos que compõem a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) marcaram presença no evento. O presidente dom Jacinto Bergmann, arcebispo metropolitano de Pelotas (RS), e os membros integrantes dom José Antônio Peruzzo, bispo de Palmas-Francisco Beltrão (PR), e dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo metropolitano de Uberaba (MG), comandaram os mais de 200 participantes.

Sob a organização da irmã pastorinha Vilma Teresa Rech, coordenadora da Animação Bíblico-Catequética no Regional Sul 3, o VIII Sulão de Catequese comemorou 25 anos abordando as questões pontuais do serviço da Igreja Católica que tem um verdadeiro exército de fiéis engajados na missão evangelizadora. De acordo com o assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, padre Décio José Walker, hoje, o Brasil tem aproximadamente 800 mil catequistas, onde cerca de 600 mil são mulheres. 

“O catequista não é apenas aquele que faz uma ‘reuniãozinha’ com os meninos e com as meninas... não. É importante se dar conta desse protagonismo. A catequese é coisa essencial em nossas comunidades. Todo o projeto evangelizador tem a base na catequese”, destacou pe. Décio Walker, da Diocese de Santo Ângelo (RS). Dom Zeno Hastenteufel, bispo de Novo Hamburgo (RS) e presidente do Regional Sul 3, foi o anfitrião do encontro e celebrante da Missa de Abertura. Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, veio de Brasília para ministrar a primeira conferência do VIII Sulão de Catequese. Além dele, dom Geremias Steinmetz, bispo de Paranavaí (PR), os palestrantes Valmor da Silva e Liana Plentz, entre outros, apresentaram suas experiências a serviço desse protagonismo. Dom José Gislon, bispo de Erexim, também reforçou o episcopado presente. 

Quase 100 dioceses e o testemunho de três gerações de catequistas
O VIII Sulão de Catequese reuniu todos os bispos referenciais da Animação Bíblico-Catequética nos cinco Estados brasileiros representados: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Dom Antonino Migliore, bispo de Coxim (MS), dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP), dom José Antônio Peruzzo, bispo de Palmas-Francisco Beltrão (PR), dom Jacinto Bergmann, arcebispo metropolitano de Pelotas (RS), e dom Jacinto Flach, bispo de Criciúma (SC) acompanharam de perto a partilha de experiências que envolveu cerca de 100 dioceses.

O depoimento de três gerações de catequistas corrobora o entendimento de pe. Walker sobre o protagonismo de quem serve à missão da catequese. Ir. Vilma Teresa Rech cita as Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil: “é uma urgência essa catequese catecumenal porque nós temos que assumir um novo jeito de ser católicos”.

Já irmã Neli Basso, missionária scalabriniana da Congregação de São Carlos Borromeo, conta que há cerca de cinco anos está fazendo um trabalho de inspiração catecumenal e por meio da leitura orante. A religiosa revela que sua grande preocupação é que “o encontro de catequese não seja uma sala de aula, e que o catequista não seja um professor, mas sim aquele que vai fazendo o caminho junto com os seus catequizandos. Um caminho de descoberta do grande mistério de Deus”. Ir. Neli Basso tem a responsabilidade de coordenar a Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Caxias do Sul (RS), que tem um exército particular de 3 mil catequistas como protagonistas da fé. 

Lidia Joner vive o protagonismo da catequese há 15 anos, e constata a necessidade da capacitação por meio da metodologia da leitura orante. “Não podemos amar aquilo que não conhecemos. Pecisamos estar em estudo, precisamos conhecer. O jovem também começa a entender que o seu chamado pode ser depois que ele fez a sua confirmação e vê que a catequese é contínua, e não só uma preparação sacramental”, comenta a referencial leiga da Diocese de Montenegro (RS). À frente de uma grande quantidade de catequistas jovens, em alguns casos até mesmo adolescentes, Lidia não vacila ao falar da missão que existe na catequese: “o catequista tem que preparar o terreno para que Cristo consiga agir”.

Acompanhe a entrevista do assessor nacional pe. Décio José Walker










Escute o relato das catequistas irmã Vilma Teresa Rech, irmã Neli Basso e Lidia Joner




FONTE: http://cnbbsul3.org.br/paf.asp?catego=11&exibir=4132

Ouça o Hino do VIII Sulão de Catequese e assista ao vídeo com a comissão organizadora
Confira a avaliação de dom Jacinto Bergmann sobre a realização do VIII Sulão de Catequese

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