domingo, 1 de abril de 2012

Planejamento Bíblico-Catequético

Fico muito feliz em contribuir, como Igreja de Cristo, para eficiência e eficácia de nossas atividades pastorais, com o desafio de encantar as lideranças no sentido de que planejar bem é um ato de amor a Deus, “O zelo da tua casa me consome” (Sl 68,10). Sinto que alguns colaboradores do Reino, não se empenham, às vezes por desconhecimento de técnicas de planejamento, algumas vezes, também, por negligência, por comodismo: “sempre fiz assim!”, para que suas entregas (ações) sejam cada vez mais eficazes.

Inicialmente, quero apresentar alguns conceitos, que adoto e influenciam na minha carreira profissional, bem como em minha militância cristã. Estou muito à vontade em apresentar o meu pensamento sobre planejamento, porque é a minha expertise (conhecimento que se adquire pelo estudo, experiência e prática; e a capacidade de aplicar o que foi aprendido de forma adequada às solicitações requeridas pela função exercida. É a busca incessante por novas aprendizagens, o autodesenvolvimento e a socialização do conhecimento no meio em que se vive) que estarei partilhando.

O Planejamento será sempre diferente, e o diferente assusta, para muitos chega a ser traumático. Primeiro vem o sonho, a idéia. E acreditando na idéia, vem o desafio e o risco em implantá-la. Às vezes ouvimos: “você é cheio de idéias”, “é melhor não mexer no que está quieto”, “a gente sempre fez assim e sempre deu certo”, “Ah, aterrissa amigo, você sonha muito alto”, são as duchas frias. Mas se estamos bem agasalhados, determinados e confiantes em nosso potencial, seguimos em frente.

Nos próximos artigos, falaremos de conceitos, ferramentas, perfis, indicadores, benchmarking, case, de planejamento. Divulgarei, também, vídeos motivacionais e dinâmicas de grupo para ajudar no entendimento e elaboração dos nossos projetos.

Encerro, agora, com um questionamento: Quando recebemos uma missão de coordenar grupos, movimentos ou pastorais, em nossas paróquias, cobramos uma declaração de expectativas? Apresentamos um programa de ação? Agendamos encontros periódicos para acompanhar e avaliar o programa de ação? Apresentamos relatórios das atividades desenvolvidas? Alimentamos o livro de tombo da paróquia com o histórico das atividades?

Que a alegria do Senhor seja sempre a nossa força. Fiquem com Deus.

Luiz Carlos Ramos

4 comentários:

  1. Adorei o tema. Como catequista preocupo-me sempre com a improvização. Realmente é preciso planejar e ter flexibilidade na ação planejada.
    Estou ansiosa pelos esclarecimentos que teremos sobre o assunto.
    Ana Maria

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  2. Otimo tema, como catequista gostaria de mais informações.

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  3. Otimo tema, como catequista gostaria de mais informações.

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  4. aguardo com ansiedade os vídeos motivacionais e dinâmicas de grupo...

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