sábado, 31 de março de 2012

Falta pouco para o dia "D"

Faltam menos de 24 horas para o


dia de novidades no blog
 Catequese e Bíblia

Você precisa de material para formação?

Você está com dúvidas em algum tema e não tem ninguém que possa lhe ajudar?

Então! 

Não percam!!

Venham para cá!!!


Para o Catequese e Bíblia.

terça-feira, 27 de março de 2012

COMUNICADO


A Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico Catequética da CNBB, comunica aos leitores e seguidores do “Catequese e Bíblia”, que o blog está sendo reestruturado.
Tudo está sendo preparado com muito zelo, para melhor atender você catequista, que busca aperfeiçoar seu fazer catequético.
O mês de março está no seu final e está inculcada em nossa cultura que o dia 1° de abril é o dia da mentira, existindo várias explicações sobre isso na rede.  Para nós, será um dia de “Boas Novas”. Dia 01° de abril, será dia “D”...
...Novidades,  aqui no “Catequese e Bíblia
Aguardem!

Regional Oeste 1 realiza encontro do conselho regional de pastoral


Aconteceu no dia 27 de março, em Campo Grande – MS o ENCONTRO DO CONSELHO REGIONAL DE PASTORAL DO OESTE 1.

Além da partilha das ações evangelizadoras realizadas pelas diversas pastorais e movimentos o grande tema foi ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL (ABP) que contou com a presença da assessora da Comissão Bíblico-catequética Maria Cecília Rover.  Com entusiasmo e utilizando  textos bíblicos apresentou as funções da ABP:  ser escola de conhecimento e interpretação da Palavra; ser escola  de comunhão e oração com a Palavra e ser escola de evangelização ou de proclamação da Palavra. Após a exposição do tema, coordenou as sugestões de várias iniciativas que podem tornar real a Animação Bíblica de toda Pastoral no regional Oeste 1.

sábado, 24 de março de 2012

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações é enviada para dioceses de todo o país

No próximo dia 20 de maio de 2012, solenidade da Ascensão do Senhor, será celebrado o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O tema proposto para este ano pelo papa Bento XVI em sua mensagem para esta data é “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”.
Para ajudar no aprofundamento da temática, a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB enviou para todas as Arquidioceses e Dioceses do Brasil um livreto contendo a mensagem do papa; uma reflexão do presidente da Comissão, dom Dimas Lara Barbosa; e sugestões de como celebrar a data.
“Desejamos que esta data seja comemorada com todo o Povo de Deus, para que a Igreja no Brasil se comprometa cada vez mais a comunicar Cristo a todos com a cultura da comunicação gerada pelas novas tecnologias”, afirmou a assessora da Comissão para a Comunicação, Ir. Élide Fogolari.
A Comissão também agradece às editoras Paulus e Paulinas, que se revezam na impressão gratuita dos 15 mil exemplares a cada ano, bem como à Maria Luz Fernandes, da Arquidiocese de Vitória, que elaborou as sugestões de celebração que estão no livreto.
Os exemplares já foram enviados via correio e cada diocese faz a distribuição em suas paróquias. Como o número de exemplares é limitado, a CNBB também disponibiliza o material para download. Basta clicar aqui.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Meditação


Q1205: "Queremos ver Jesus"

A Liturgia desse domingo deseja preparar os cristãos
para os acontecimentos da Páscoa, que se aproxima:
a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

As leituras bíblicas nos ajudam neste sentido...

Na 1a Leitura Deus propõe uma NOVA ALIANÇA. (Jr 31, 31-34)

É um dos trechos mais importantes do Antigo Testamento.
Deus tinha feito uma ALIANÇA no Sinai,
entregando a Moisés mandamentos escritos em pedra...
O povo aderiu à aliança, contudo mais com a boca, do que com o coração.
O povo nunca interiorizou devidamente e muitas vezes foi infiel... 
Por isso, o profeta Jeremias anunciou uma NOVA ALIANÇA,
cujos mandamentos serão gravados no coração:
"Porei minha lei em sua alma, escreverei em seu coração.
Então eu serei seu Deus e ele será meu Povo".
A Aliança é renovada pelo Senhor, que perdoa e restaura.

* Nós também somos Povo da Nova Aliança,
cujos mandamentos devem estar inscritos em nosso coração.
A Quaresma é o tempo de renovação da Aliança, iniciada no Batismo e
rompida tantas vezes pela nossa fraqueza e infidelidade.

A 2ª Leitura afirma que essa nova Aliança, plena e definitiva,
se realiza em Jesus Cristo, em perfeita obediência ao Pai. (Hb 5,7-9)

O Evangelho nos convida a olhar Jesus, que selou a Nova Aliança
com o próprio sangue na Cruz. (Jo 12,20-33)

- Um grupo de gregos, que estavam em Jerusalém para celebrar a Páscoa,
  pedem: "Queremos ver Jesus!" , isto é, conhecê-lo em profundidade.
- Não se dirigem diretamente a Jesus, mas aos discípulos.
  Servem-se de dois mediadores: Felipe e André…

- Jesus SE FAZ VER através de uma imagem: o GRÃO de TRIGO.
   A sua "glória" passa pela experiência do grão:
   "Se o grão, que cai na terra, morre, produzirá muito fruto".

   A fecundidade da vida se manifesta na morte.
   Jesus vai morrer e nascerá a Igreja universal...
   Assim foi para Jesus, assim será para cada um de nós.

  Para conhecer Jesus:
- Devem MORRER as seguranças humanas, o apego à própria vida
   e à sabedoria humana (que os gregos valorizavam tanto)...
- Deve MORRER tudo o que nos afasta do projeto de Jesus,
  que veio para que todos tenham vida em abundância.
  * Precisamos morrer para conhecer.

- E aponta o caminho para vê-lo: a CRUZ.
    "Quando eu for elevado da terra (na cruz), atrairei todos a mim."
     * É o caminho para todo o discipulado...

+ "Queremos ver Jesus"

Esse pedido dos gregos é uma linda proposta de vida para todos nós.
É anseio de todos nós. Todos nós queremos ver Jesus.
O Documento de Aparecida nos lembra que "o início do cristianismo
é um encontro de fé com a pessoa de Jesus Cristo" (DA 243).
"A própria natureza do cristianismo consiste em reconhecer a presença
de Jesus Cristo e segui-lo" (244).

Mas onde, quando, como encontrá-lo?
O Documento mostra uns lugares de encontro com Jesus Cristo:
- "O encontro com Cristo realiza-se na fé recebida e vivida na IGREJA". (246)
- Encontramos Jesus na SAGRADA ESCRITURA, lida na Igreja...
É indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus" (347).
-Encontramos Jesus Cristo na SAGRADA LITURGIA... a Eucaristia é
o lugar privilegiado do encontro do Discípulo com Jesus Cristo" (250-251).
A celebração eucarística dominical é uma necessidade interior do cristão,
da família cristã e da comunidade paroquial" (252).
- O sacramento da Reconciliação é o encontro com o Cristo que perdoa (254).
- A ORAÇÃO pessoal e comunitária cultiva a amizade com Cristo (255).
- "Jesus está presente em meio a uma COMUNIDADE viva
   na fé e no amor fraterno" (256).
- Também o encontramos nos pobres, aflitos e enfermos... (257).
- "Encontramos também na Piedade popular..." (258)

"Queremos ver Jesus" significa acolher a sua pessoa com alegria,
por ser o centro e a motivação mais forte da própria existência,
e a garantia que não se apaga.

+ "Senhor, queremos ver Jesus!"

Faze, Senhor, que teus discípulos reconheçam
o teu rosto no rosto dos pobres.
Dá olhos para ver os caminhos da justiça e da solidariedade;
dá ouvidos para escutar os pedidos de salvação e saúde;
enriquece seus corações de fidelidade generosa e compreensão
para que se façam companheiros de caminhada e
testemunhas verdadeiros e sinceros da glória,
que resplandece no crucificado, ressuscitado e vitorioso.

Veja mais aqui

Esta meditação foi enviada pelo Ir Israel José Nery.  

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

terça-feira, 20 de março de 2012

Morte e Vida


Na trajetória do tempo da quaresma, temos que repetir uma frase de Jesus que se torna fundamental: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em plenitude”. Isto indica uma vida realizada, feliz e plena, não só na dimensão da eternidade, mas também nos dias de hoje. Ela só será saudável no futuro se for autêntica no presente.

A morte precoce, violenta e irresponsável pode por fim a vida terrena e prejudicar a felicidade futura. Mas pode também ser o salto de qualidade na entrega feita a Deus, entendida até como martírio. Na morte de Cristo na cruz, de forma das mais violentas possíveis, está a vida e a promessa de ressurreição para todos.

Dentro dos critérios da cultura marcadamente capitalista, passa pela cobiça e pela competição a conquista do mundo feliz. Mas acaba provocando uma grande desigualdade entre as pessoas e uma guerra desenfreada pelo dinheiro, gerando violência e insegurança. Isto não pode significar vida plena já aqui no mundo e causa muita infelicidade.

O mundo tem que descobrir que a via é outra. A alternativa é a capacidade de doação, de sacrificar-se pelo outro, superando todo tipo de acúmulo egoísta e sem função social. É como a semente colocada na terra. Para produzir frutos, ela tem que morrer. Deve ser regada, evitando que seque na terra e fique infértil.

Toda infidelidade à lei da vida ocasiona morte. É como o povo judeu, infiel à Aliança e aos princípios da Lei, seu reino foi invadido pelo Império da Babilônia, provocando destruição, morte e escravidão. Não podemos perder a sensibilidade do coração em relação à lei da solidariedade e do respeito aos mais necessitados.

Jesus sempre mostrou que a vida nasce da morte, a vitória surge do fracasso e a salvação é consequência do sacrifício que fazemos em favor dos outros. É um indicativo difícil de ser entendido na sua realidade, principalmente no mundo da arrogância, da concentração de poderes, de egoísmo etc. A vida pascal, ressuscitada e feliz, vem pela morte.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética

sábado, 17 de março de 2012

Novo nascimento

O tempo da quaresma, na prática do cristão, é como a chegada de uma nova vida. É um processo, que chamamos de conversão, de transformação, transfiguração e de novo começo. Tudo isto acontece, levando em conta, a forma de vida de Jesus Cristo. É um caminho de vitória, mas que passa pelos compromissos da cruz.

Não é fácil entender o amor de Cristo na cruz, porque nossa cabeça é feita pelo mundo em que vivemos. A palavra “mundo” relativiza aquilo que é relacionado com a palavra “céu”. Deus amou o mundo dando seu próprio Filho para trazer as condições de vida digna. Isto aconteceu no seu gesto de doação que culminou na cruz.

Dizemos que o mundo é bom. Ele é a natureza onde Deus mora. Até dizemos que ele é bom e nós é que somos ruins. Nós é que o destruímos pelas estruturas perversas, por más administrações, pela corrupção de toda ordem, pela corrida ofegante pelo poder e a busca desenfreada de satisfações momentâneas.

Ter um novo nascimento é fazer acontecer a partilha e a fraternidade verdadeiras, participar da mesa comum fazendo a vontade de Deus “assim na terra como no céu”. Nesta dimensão, os sofrimentos nunca podem ser entendidos como castigo de Deus, mas condições de uma doação constante em busca de saúde e vida.

Muitas de nossas práticas de hoje nos tornam impuros, indignos para participar do“Banquete do Senhor”. Deixamos que a injustiça nos domine e de ser fiéis aos princípios da vida, “fazendo como todo mundo faz”. Neste contexto, as ações do cristão devem fazer a diferença no cumprimento da vontade de Deus.
Jesus fala em “nascer de novo”, que acontece na força da cruz. É uma questão de fé, porque quem não crê Nele, vai acreditar na força do dinheiro, do poder, do prestígio, da fama e da competição. Crer em Jesus é crer na cruz. O mundo da arrogância odeia a luz e a cruz, e perde o sentido verdadeiro da vida e da verdade.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética

Homilia do Domingo


Domingo da Quaresma – B


 
A primeira leitura descreve a ruína do povo diante do exílio: destruição do templo, das casas, das construções... Mais do que isso: destruição da dignidade outrora ferida pela humilhação da escravidão. Deus cuidava daquele povo com muito carinho, mas depois da infidelidade, vieram as consequências de suas opções.
Todos vivemos estes momentos de perseguição, destruição e exílio. Sçao ocasiões em que nos sentimos verdadeiramente perdidos, sem saber o que fazer. Por vezes, tais situações são causadas pelas nossas escolhas, mas também podem ser fruto da maldade alheia. As vezes não há culpados, pois a situação de exílio é simplesmente algo inerente a nossa condição humana. O exílio vem e nos assalta como um império destruidor.
O Evangelho nos dá a resposta. Nenhuma maldade poderá prevalecer, nem os imperialismos, nem o egoísmo presente nos corações, nem o orgulho dos poderosos. E a razão é simples: a última palavra da história é a vitória do Senhor sobre mal, sobre o pecado e sobre a morte. Ele ama os seus e enviou o seu filho único para que tenhamos a vida. Por isso, devemos alimentar a certeza de que nada poderá nos destruir. Pode haver a destruição dos templos construídos por mãos humanas, mas jamais o verdadeiro corpo será destruído: o corpo ressuscitado do Cristo, bem como todos os corpos ressuscitados por Ele.
A vida doada por Jesus é o grande sinal. Muito mais do aquela serpente que havia sido levantada no deserto para curar o envenenamento dos israelitas, a cruz é o sinal da vitória sobre o veneno do pecado, sobre o veneno do ódio que provocou inclusive a morte de Jesus. Jesus combate o desamor com o amor. Por isso sua cruz é redentora. Não se resume na quantidade de sangue derramado, mas nas suas opções que o levaram a morte e na sua vitória definitiva sobre o mal. Seu amor não tem preço, não pode ser comprado por nenhuma virtude humana. Deus se oferece, é puro dom, uma graça (segunda leitura).
Nós hoje somos convidados a seguir os passos de Jesus que deu a sua vida, que se ofereceu como Dom. “Acreditar” no “Filho do Homem” significa aderir a Ele e à sua proposta de vida; significa aprender a lição do amor e fazer, como Jesus, dom total da própria vida a Deus e aos irmãos (Jo 3,15). Escolher uma vida de abertura ao outro, de renúncia pelos outros, abraçar a cruz da doação é ter a vida a luz e a salvação.
A quaresma é o tempo de meditar diante da cruz. Quais foram as escolhas de Jesus? O que o conduziu a morte? O caminho dele é o nosso caminho. Portanto: como temos abraçado a nossa cruz do dia a dia? Como realizamos as nossas escolhas? Quando somos capazes da renúncia? O que em mim pode morrer por amor? Amar é uma escolha, mas exige abrir-se, sair de si mesmo.
O Evangelho de hoje é o diálogo entre Nicodemos e Jesus. Nicodemos foi até Jesus de noite, pois estava com medo de ser questionado pelos demais membros do Sinédrio. Se é verdade que experimentamos o exílio, também experimentamos, como Nicodemos, momentos de escuridão: o escuro da alma, as trevas. Por isso, Jesus se revela como a luz que deixa tudo claro. Ele revela a verdade de cada ser humano e a verdade última de nossa humanidade: sua luz é o convite para nascer de novo e acolher seu amor derramado na cruz.
O dom de Deus se realiza no presente de nossas vidas. A vida para Deus é puro dom – dom da Cruz, dom da Salvação, da Palavra e da Eucaristia. Que o dom de Deus faça também a nossa vida um dom.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Ide!


 

Ide, fazei discípulos!
 não tenhais medo,
estarei com vocês até o fim...
 Sempre! Sempre!
O dia-a-dia de um catequista!

Às vezes somos tomados por um desânimo daqueles!Bate um medo de nossos medos! Nossa vontade é de dar um tempo de tudo,  inventamos uma lista de motivos: falta de tempo, marido, mulher, filhos, trabalho, falta de apoio, doença, aposentadoria...
Mas, no fundo, bem lá no fundo, o que queremos é lavar nossas mãos, achamos que esse mundo não tem mais jeito,  ninguém nos escuta,  não consigo mais controlar uma turma de catequese, tá tudo errado... E isso, trás uma angustia muito grande, um estado depressivo...
No outro dia, acordamos, achando que podemos mudar o mundo, somos tomados por uma força sem igual, nos vemos planejando encontros diferentes, rezamos o tema a ser trabalhado, entregamos nossos catequizandos no momento da Eucaristia, participamos de formações, lemos livros, revistas sobre catequese, motivamos outros catequistas...
Eu sou , você é , somos  assim, inconstantes...
E de repente, ouvimos essa PALAVRA tão forte, tão profunda que é a razão de sermos catequistas:  'Ide, fazei discípulos, não tenham medo, estarei com vocês!"
Essa palavrinha "IDE", que poder! Vai! Avante!Não pare! É como um empurrão dado por Deus!
Que possamos escutar isso todos os dias, como um pulsar do coração: Não tenhais medo, estarei com vocês!  Não tenhais medo, estarei com vocês! Não tenhais medo, estarei com vocês!

Imaculada Cintra


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terça-feira, 13 de março de 2012

Curso a Bíblia e as pessoas com deficiência - Construindo a Teologia da Inclusão

A Bíblia, a Teologia, a Pastoral e as Pessoas com Deficiência.
Construindo a Teologia da Inclusão

Introdução

O Curso de Formação Bíblica, Teológica e Pastoral e as Pessoas com Deficiência – Construindo a Teologia da Inclusão, no quadro da Educação Continuada, com caráter de Extensão Universitária, no Módulo Pastoral, pretende contribuir com a formação, a prática e a espiritualidade dos participantes.  O tema geral desse módulo terá uma temática e enfoques específicos: as pessoas com deficiência na Bíblia, o contexto sociocultural em que estavam inseridas as pessoas com deficiência durante o período da pregação de Jesus. As pessoas com deficiência no mundo de hoje; o papel e o desafio das Igrejas cristãs para a inclusão social das pessoas com deficiência; o direito à religiosidade e à espiritualidade das pessoas com deficiência.
O curso será ministrado em um módulo de 45 horas, por especialistas.

Local: Sala São Luiz, Paróquia São Luiz, Av. Paulista, 2378 Cerqueira César, CEP 01310-300.

Justificativa

A Teologia da Inclusão tem como propósito, edificar uma Igreja inclusiva, na qual todas as pessoas tenham um lugar e uma contribuição a dar. Isso envolve providenciar um modelo de ser Igreja defendendo a participação, a inclusão e envolvimento ativo das pessoas com deficiência em todos os setores da vida espiritual e social, bem como, do desenvolvimento da Igreja.

Objetivo Geral

Introdução ao estudo da Bíblia, das passagens e referências às pessoas com deficiência, da Teologia e da Pastoral trazendo-as para a contemporaneidade à luz do que há de mais avançado na concepção de deficiência sob o ponto de vista social e emancipador.

Objetivos específicos

- Apresentar um panorama da condição social das pessoas com deficiência;
- Aprofundar as concepções cristãs de milagre e de cura;
- Refletir sobre o Modelo Médico, o Modelo Social e o Modelo Caritativo da Deficiência:
- Conhecer e refletir sobre as condições de acesso e de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal das pessoas com deficiência na Igreja.
- Estudar a Teologia e analisar a Pastoral para ver as suas contribuições para com as pessoas com deficiência.

Coordenadores do curso

Prof. Pe. Ms. José Bizon
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP
Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção – Campus Ipiranga.
Antonio Carlos “Tuca” Munhoz
Coordenador da Pastoral das Pessoas com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo
Presidente do Instituto MID Comunicação e Cidadania.


Público alvo, número de vagas e requisitos de acesso;

O curso será destinado a coordenadores de comunidades, grupos, pastorais e movimentos, agentes de pastoral, religiosos/as, ministros extraordinários, catequistas e pessoas vinculadas às paróquias, comunidades, pastorais, movimentos e pessoas interessadas em geral de diferentes denominações religiosas que desejarem aprofundar seu conhecimento teológico e social no campo dos direitos humanos das pessoas com deficiência.
Para ingressar no curso, o aluno, deverá apresentar no ato da matrícula:
Se graduado: Cópia do diploma de graduação
Se graduando: Cópia do histórico escolar
Outros casos: Cópia simples RG, CPF e comprovante de endereço com o CEP.

Carga horária total e duração

As aulas acontecerão nos seguintes sábados: 14 de Abril, 12 de Maio, 16 de Junho, 14 de Julho, 11 de Agosto, 15 de Setembro, 20 de Outubro e 10 de Novembro,  totalizando 45 horas de curso, ao longo do ano de 2012.
Início no dia 14 de abril e encerrando no dia 10 de novembro.
Horário: Manhã e tarde. Manhã, das 9:00 às 12:00 horas, tarde, das 13:00 às 16:00 horas.
Ao todo serão oito sábados.

Metodologia
Aulas presenciais.

Certificados a serem concedidos
Será concedido certificado de extensão cultural PUC SP COGEAE.

Corpo docente
Tuca Munhoz – Pastoral das Pessoas com Deficiência.
Walter Cechetti – Pastoral das Pessoas com Deficiência.
Pe. Jose Bizon – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC.
Elizabete Costa – Universidade Metodista de São Paulo.
Cleide Giusti – Centro de Estudos Biblicos, CEBI.
Marisa Thozzi – Centro de Estudos Bíblicos, CEBI.
Rev. Luiz Eduardo Prates – Universidade Metodista de São Paulo.
Heloisa DeNúbila – Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
Andrea Cavalheiro – Universidade de São Paulo.
César Assis – Universidade de São Paulo.
Outros professores convidados.

Conteúdo programático do curso

Introdução ao estudo bíblico;
As pessoas com deficiência na Bíblia;
Contexto sociocultural em que estavam inseridas as pessoas com deficiência durante o período da pregação de Jesus;
As exclusões na época de Jesus;
As pessoas com deficiência no mundo de hoje.
O papel e o desafio das Igrejas cristãs para a inclusão social das pessoas com deficiência.
O direito, à religiosidade e à espiritualidade das pessoas com deficiência.

Referências bibliográficas de cada conteúdo;

Bíblia Sagrada – Ed. Pastoral, Paulus, São Paulo, 1998.
Documento de Aparecida – V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe,  Aparecida do Norte, São Paulo, 2007.
Uma Igreja Para Todos – Conselho Mundial de Igrejas – Rede Ecumênica em Defesa das Pessoas com Deficiência, Associação dos Seminários Teológicos Evangélicos – ASTE, Oikoumene, São Paulo, 2005.
Classificação Internacional de Funcionalidade – CIF, Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde para a Família de Classificações Internacionais, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003.
Costa-Renders, Elizabete Cristina. Educação e espiritualidade: pessoas com deficiência, sua invisibilidade e emergência - São Paulo: Paulus, 2009.
Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – Presidência da República, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Brasília, 2010.


Investimento: Matrícula: R$ 22,00. Mensalidade: R$ 10,00.
Coordenadores: Pe. Ms. José Bizon e Tuca Munhoz.

Realização: Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão – COGEAE PUC São Paulo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Homilia do Domingo


3º. Domingo da Quaresma – B


“Senhor, Vós tendes palavras de vida eterna! Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; os mandamentos do Senhor são claros e iluminam os olhos” (Sl 18). O Salmo nos ajuda a entender o sentido da lei de Deus – ela existe como caminho de felicidade, como luz para guiarmos nossos passos. Bem diferente é o legalismo, que propõe a religião como um seguimento de ritos e de leis externas. Neste caso a lei é como um peso que deve ser carregado, algo muito duro, configurando-se mais um caminho para evitar a condenação do que um caminho para encontrar a vida.

Deus deu uma lei no Sinai. Foi uma graça, um dom, não um fardo. Este dom deve ser vivido na alegria, na certeza de que nos conduz a felicidade. A Lei vem para nos alegrar o coração. Os 10 mandamentos resumem a atitude de quem faz uma opção fundamental: a opção pelo Reino, a opção pelo Cristo – Templo Santo de Deus. Não seguimos uma religião de “pode ou não pode”, mas uma religião que liberta, que traz a vida, que me orienta para a eternidade. Nossa vida pode ser um inferno ou um céu, a escolha cabe a nós. A vivência da lei não é apenas uma questão de futuro escatológico, mas de busca da felicidade no presente e no cotidiano de nossas vidas.

Qual é a opção fundamental da sua vida? O critério está no decálogo – amar ao Deus e ao próximo. No que você gasta seu tempo? Seu dinheiro? Sua vida? Quais são os sonhos da sua vida? O que mais deseja? Pergunte a si mesmo e veja se está de acordo com o projeto de Deus. A Quaresma é uma oportunidade para avaliar a vida e converte-la a partir de dentro, a partir do espírito da lei.

Para saber se estamos no caminho certo, se nossa religião é interesseira ou se é libertadora, devemos avaliar se nosso culto é autêntico. Jesus denuncia uma religião em função de si mesma, uma religião em função do lucro: os sacerdotes ganhavam muito dinheiro com a venda dos animais para o culto. Nosso culto deve ser verdadeiro. Uma religião em função do lucro não é verdadeira. Uma religião em função do meu egoísmo (também de espera demasiada em curas e milagres, como denuncia São Paulo no 2ª. leitura) não é verdadeira. Jesus desconfiou da fé daqueles que viram seus prodígios. Uma religião de obrigações, também deve ser revista. O que está em jogo não é meu “eu”, mas as opções da minha vida, transformadas pela adesão a Cristo – configuradas a partir do Cristo Crucificado e Ressuscitado, como prega São Paulo.

Qual é a religião que Jesus quer? Ele deseja que encontremos nele mesmo a resposta. Ele é o Templo. Ou seja, Ele é o caminho que nos leva Deus, não as pedras das instituições. O nosso encontro pessoal com o Senhor se dá nele, seguindo a Ele, vivendo o que ele viveu. Assim poderemos vivenciar as palavras pronunciadas para a Samaritana diante do Poço de Jacó: “Os verdadeiros adoradores adorarão em Espírito e Verdade e são estes os adoradores que o Pai deseja”.

Pe Roberto Nentwing
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