quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A Experiência do Tabor des-vela nossa imagem verdadeira

“Transfigurar-se é ascender a ladeira íngreme do Tabor até mergulhar a cabeça na nuvem do não-saber. É um aspirar sem querer, acreditar sem ver, esperar sem ter, dar-se sem possuir. É reduzir todos os pontos cardeais do ego ao seu núcleo central: oamor” (Frei Betto).



Todos os grandes personagens bíblicos fizeram sua experiência de Montanha (lugar de intimidade com Deus; de escuta e discernimento; lugar onde receberam uma “missão”e foram abençoados). Do alto da Montanha esta bênção vai se espalhando e atingindo a todos; experiência pessoal de alcance universal.
Também Jesus, o homem dos “vales” (lugar do compromisso, serviço...) sabia reservar momentos de Montanha (comunhão e escuta do Pai); ali Ele busca sentido e força para a sua missão.

No Monte Tabor Ele deixa “trans-parecer” seu coração; diante do olhar assombrado dos discípulos Ele “des-vela” aquilo que a visão superficial não capta: Ele é todo compaixão, bondade, acolhida, amor...
Jesus de Nazaré foi o homem que não pôs obstáculos ao Mistério para que se expressasse n’Ele; Ele foi pura transparência da Fonte originante, revelação do Rosto do Pai.

Como seguidores de Jesus, devemos saber criar em nossas vidas, espaço e momentos de Montanha (plenitude, silêncio, interioridade, escuta, discernimento); isso possibilita uma prática eficaz, um compromisso duradouro, uma decisão enraizada, uma presença transformadora nos “vale da vida”.
Subir à Montanha nos possibilita ler os horizontes e perceber se estamos caminhando na direção certa; isso implica tomar distância do ritmo diário, descobrir novos caminhos e novas decisões...

Montanha nos faz perceber (a partir do alto) certos aspectos do vale que passam desapercebidos.
Permanecer no vale, sem ter momentos de Montanha, é fechar-se, cair na rotina, não perceber novos horizontes, não abrir a cabeça e o coração, não ampliar a visão das coisas, da realidade, da história...
Nossa ação no vale deve ser fruto do discernimento acolhido na Montanha. AMontanha nos devolve ao vale com outra visão, outro dinamismo; a Montanha ilumina, dá sentido e sabor à nossa vida no vale.


Projeto de comunicação online de Alagoas na catequese é referência nacional

A comunicação tem servido para aprimorar o trabalho da catequese em nossa Arquidiocese, servindo de base para novos rumos no Nacional. Em tempos de cibercultura, a utilização das mídias digitais potencializa a formação do povo de Deus, fazendo chegar a doutrina de nossa Igreja com um novo formato, deveras atraente principalmente para a juventude. Para falar sobre esse assunto, o Portal da Arquidiocese de Maceió entrevistou Joseilton Luz de Oliveira, 32, militar do Exército Brasileiro, onde trabalha especificamente na Comunicação Social do seu Batalhão, o que auxiliou nos projetos de integração da Comunicação com a Catequese, no qual, atualmente, está na coordenação da Província Eclesiástica de Maceió junto com Cliane Silva, compondo a comissão Regional Nordeste 2 para a Animação bíblico-catequética, principalmente no Setor de comunicação.

Veja a entrevista de Joseilton Luz no portal da Arquidiocese de Maceió.

Vídeo 6 Campanha da Fraternidade 2012

Vídeo que pode subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.


Sr. Clemente faz remédio - de 13 plantas - que cura reumatismo - de Bandeira, MG - 04/12/2011


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vídeo 5 Campanha da Fraternidade 2012

Vídeo que pode subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.


Entrevista com Arnaldo S. Viana, de Arinos, MG. Assunto: Horta com adubo orgânico. 03/01/2012



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Vídeo 4 Campanha da Fraternidade 2012

Vídeo que pode subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.


 Feijão de Unaí está envenenado? - Fala de Edivânia, de Escola Municipal de Arinos - 10/01/2012



domingo, 26 de fevereiro de 2012

Comissão ABC da Diocese de Santos constrói seu blog


Conforme projeto de comunicação da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, já apresentado e aplicado com as coordenações regionais, que tem como objetivo interligar todas as comissões com blogger, parabenizamos a Diocese de Santos pela construção do seu blogger http://abcdiocesedesantos.blogspot.com/ e incentivamos todas as paróquias, dioceses a construírem os seus. Pedimos que os catequistas blogueiros ajudem nesse processo e fiquem blogados na sua paróquia sendo correspondentes da catequese em sua comunidade.

Como tivemos alguns probleminhas com o programa do CADASTRO  DE CATEQUISTAS anterior, solicitamos a todos/as os/as catequistas  que o façam novamente. Para fazer o cadastramento é só entrar no site http://www.cnbb.org.br/intranet/catequistas/.

O cadastro é muito importante, pois nos possibilitará organizar melhor o trabalho bíblico-catequético nos regionais, dioceses e paróquias. Este novo cadastro, inclusive, possibilitará maior visibilidade do número de catequistas nos regionais e nas dioceses; o que não foi possível no cadastro anterior. 

Visitem o blog da Diocese de Santos: http://abcdiocesedesantos.blogspot.com/

Vídeo 3 Campanha da Fraternidade 2012

Vídeo que pode subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.


Padre João Carlos, dep./PT/MG, fala sobre Agrotóxicos e Campanha da Fraternidade 2012 






sábado, 25 de fevereiro de 2012

Vídeo 2 sobre a Campanha da Fraternidade 2012.

Vídeo que pode subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.

O Veneno Está na Mesa - (Assista na íntegra)
Filme-documentário do diretor Sílvio Tendler


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Abertas as inscrições para o 3º Encontro Nacional da Pascom


Estão abertas as inscrições para o 3º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom), que acontecerá em Aparecida (SP), de 19 a 22 de julho, abordando o tema “Identidade e Missão”.
O setor hoteleiro de Aparecida fechou um contrato com a comissão organizadora do Encontro no qual reservou 320 vagas para os participantes inscritos. Isso significa que as inscrições só serão validadas após a confirmação do pagamento efetuado em qualquer agência bancária. Além disso, o contrato para a reserva de vagas estará disponível apenas até o fim de março.
O custo total da inscrição, mais as três diárias, com café da manhã, almoço e jantar, mais pernoite fica em 355 reais.
Os interessados poderão acessar o site da CNBB ou clicar neste endereço: www.cnbb.org.br/3enc.
Outras informações estão disponíveis no setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no telefone: (61) 2103-8366.
Segundo a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social, irmã Élide Maria Fogolari, este Encontro quer ser um momento importante de reflexão, estudo e trocas de experiências para todos os que desejam comunicar Jesus Cristo a todos com a Comunicação.
“O papa João Paulo II recomendava e insistia em suas homilias, que ‘não basta utilizar a mídia para difundir a mensagem cristã e o magistério da Igreja, mas é preciso integrar a própria mensagem nesta nova cultura criada a partir da comunicação moderna’ (Redemptoris missio, 37). Esta é a motivação que dá sentido realizar mais um encontro da Pascom, em Aparecida, onde juntos, vamos planejar a comunicação a partir do contexto cultural em que nos situamos”, explicou a assessora da CNBB.
A Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética incentiva todos os catequistas blogueiros a participarem deste encontro.
Fonte: CNBB 

Jovens de Roraima aprendem Lectio Divina




A metodologia faz parte do programa Lectionautas e ensina a ler, meditar, orar e vivenciar os ensinamentos sagrados.

Alegria, harmonia, amor e fé. Foi nesse clima fraterno e de comunhão que aconteceu, entre os dias 10 e 12 de fevereiro, a Capacitação de Leitura Orante para Jovens. O encontro foi sediado na Diocese de Boa Vista e contou com a presença de 110 jovens, de diversas comunidades de Roraima. A iniciativa faz parte do programa Lectionautas, cujo objetivo é, por meio da Lectio Divina – leitura orante e vivencial da Bíblia – , fazer com a que a mensagem bíblica seja relevante na vida do jovem e esteja presente em seu dia a dia.
Os jovens foram acolhidos de forma especial pelo Bispo de Roraima, Dom Roque Paloschi, que marcou presença em todos os momentos do encontro, incentivando e desafiando os participantes a adotarem a metodologia, que leva aqueles que a praticam à vivenciar os ensinamentos de Cristo.
Parceria entre a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Centro Bíblico Pastoral para a América Latina (Cebipal) e Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), o programa tem como principal meio de divulgação a Internet. Através do site, www.lectionautas.com.br, é possível acompanhar as leituras dominicais e seguir os quatro passos da Lectio Divina: Leitura, Meditação, Oração e Contemplação-Ação.
A metodologia pode ser praticada pelos jovens que, em sua maioria, apontaram a necessidade de concentração para compreender o texto sagrado e prosseguir com os demais passos. Para eles, o mundo é muito barulhento e é um grande desafio se desligar dos ruídos externos e internos para ler a Bíblia e compreender o que Deus está lhes querendo dizer. Outra dificuldade apontada pelos participantes foi quanto ao último passo: agir de acordo com a Palavra.
A capacitação para a  Lectio Divina foi ministrada por Maria Cecília Rover, assessora da Comissão Bíblico-Catequética, e Irmã Maria Eugênia Lloris Agrado, assessora do Setor Universidades, ambas da CNBB. Para ensinar os mais de 100 jovens presentes, foram usados os textos de Mateus 19,16-22, Lucas 8,4-15 e Lucas 5,1-11, além do Manual do programa, que orienta como seguir os quatro passos da leitura orante. O evento foi encerrado com uma linda e emocionante missa, presidida pelo Bispo Roque Paloschi. 

Vídeo História da Campanha da Fraternidade

Assista o vídeo que conta a história da Campanha da Fraternidade


Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio.


"A saúde é direito de todos e dever do Estado.” (Art. 196 da CF/1988)

Desde 1963, há 49 anos, a CNBB[1], anualmente, durante os 40 dias da quaresma, promove a Campanha da Fraternidade – CF -, que tem colocado para estudo, reflexão e ação assuntos que são grandes desafios – clamores ensurdecedores - no seio da sociedade. O Tema da CF/2012 é "Fraternidade e Saúde pública"; o Lema: "Que a saúde se difunda sobre a terra!" (Eclo 38,8). Somos convidados conhecer as entranhas da realidade do SUS[2], visitar pronto-socorros, ouvir as pessoas doentes que esperam muito para fazer exames e conseguir uma vaga para cirurgia no SUS. É hora de ouvirmos o apelo de 150 milhões de brasileiros que só tem como rara possibilidade de acessar saúde pública, via SUS.
A Organização Mundial da Saúde – OMS - definiu a saúde não como “ausência de doenças”, mas como “um estado de completo bem-estar físico, mental, social e espiritual[3]. Levada a sério, esta definição coloca em questão a base da medicina moderna. Em nossos hospitais e clínicas, quantos médicos e enfermeiros compreendem a saúde de modo integral? Onde as pessoas são atendidas, visando a saúde não só física, mas também mental, social e espiritual? A medicina de órgãos, por si só, é incapaz de resgatar saúde integral.
A saúde depende também de paz interior, de equilíbrio entre a pessoa e o seu ambiente social e, finalmente, da relação entre o ser humano e o universo. Toda doença tem conexão com a força vital e espiritual do universo. Os gregos ensinavam que a “simpatia” entre as partes do corpo e os elementos da natureza fará com que se possa encontrar remédio para tudo. Basta colaborar com a natureza.
Povos indígenas, nas margens do lago Titicaca, no altiplano peruano, dizem que todo ser humano tem três almas: a física, a interior e uma que nos liga ao universo. A pessoa fica doente quando “perde” uma destas almas. A cura consiste em recuperar a alma perdida.
Infelizmente, o cristianismo incorporou da cultura ocidental uma visão dualista que fragmenta corpo e alma, matéria e espírito. Privilegia, assim, um racionalismo abstrato que faz da religião mais um sistema de crenças intelectuais do que um caminho de amor e integração. Os evangelhos da Bíblia relatam que Jesus enviou os seus discípulos e discípulas para anunciar o Reino de Deus, curando as doenças e expulsando o mal que tomava conta das pessoas. O galileu de Nazaré, pela ternura e solidariedade, curou paralíticos, perdoou pecados para que as pessoas doentes se sentissem integradas com seu eu mais profundo, com Deus, um mistério de amor que nos envolve, com a comunidade e com toda a biodiversidade. O universo tem a cura para toda doença. A saúde mais profunda está escondida no fundo do coração de todo ser humano. Unindo as cordas do universo e do coração reencontramos saúde e salvação.
A Constituição Federal de 1988 – CF/88 - afirma: "A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação” (Art. 196). No caso de crianças e adolescentes, o direito à saúde deve ser assegurado com "absoluta prioridade” (Art. 227).


Segue, abaixo, um dos oito vídeos que iremos disponibilizar para vocês que podem subsidiar estudo, reflexão e ação a partir da Campanha da Fraternidade 2012.

Vídeo da Campanha da Fraternidade 2012 - Saúde - Direito ao bem-viver




Extraordinária Campanha da Fraternidade


A colaboração das Campanhas da Fraternidade para as políticas públicas brasileiras são inegáveis, desde que o olhar esteja despido de preconceitos religiosos ou eclesiais. Temáticas como a violência, paz, água, terra, deficientes, tem ajudado a sociedade brasileira a debruçar-se sobre desafios que em geral ficam apenas na constatação e reclamações. São 49 anos de grande contribuição da Igreja.
Infelizmente certos setores da Igreja acham que a CF atrapalha o clima da Quaresma. Eu penso exatamente o contrário, isto é, a CF enriqueceu a Quaresma, dando-lhe um conteúdo positivo de conversão para o irmão, vencendo aquele clima necrófilo vivido nas Quaresmas em certas regiões brasileiras. Mas, a CF não perdeu sua pertinência.
Esse ano, a temática da saúde pode fazer um bem fantástico a milhões de brasileiros que precisam da saúde pública. Esse é o primeiro mérito do texto base, ele põe a questão da política pública de saúde para ser debatida, sem renunciar às outras dimensões, como do cuidado com os enfermos, da valorização dos profissionais de saúde, da saúde alternativa.
Uma das dimensões inseridas no debate é a relação saúde e ambiente. Participei um pouco das reflexões sobre esse assunto, particularmente no Congresso da Pastoral da Saúde, final do ano passado, no espaço camiliano em S. Paulo. Aliás, vai ser lançado também um livro sobre o assunto, organizado pelo Pe. Alexandre, Camiliano envolvido na Pastoral da Saúde. A constatação é óbvia: sem ambiente sadio, não existem pessoas sadias. Portanto, toda dimensão preventiva da saúde precisa ser efetivada. Aí entra a questão do saneamento, água potável, alimentos sadios, casas salubres, ar limpo e tudo mais que a própria Constituição já prevê como saúde ambiental. 
A Pastoral conta ainda com um médico como seu coordenador, Dr. André Luís, que já foi secretário de saúde de Uberlândia, Minas. Ele também representa a Pastoral da Saúde no Conselho Episcopal Latino Americano (CELAM).  Portanto, consegue articular a dimensão profissional com a dimensão pastoral, algo essencial nas Campanhas da Fraternidade.
Tomara que a saúde se difunda sobre a Terra, numa época de graves problemas ambientais e de saúde pública. Se avançamos com o SUS, precisamos que ele se torne real para todos os brasileiros. O SUS, juntamente com a Previdência Social, forma a solidariedade social mais ampla e generosa desse país, que é tão injusto na concentração de bens, de renda, saberes e poderes.
A luta pela justiça é também uma luta pela saúde. 

Roberto Malvezzi (Gogó)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Saúde Pública é o tema da Campanha da Fraternidade


Foi aberta, na tarde desta Quarta-Feira de Cinzas, a 49ª Campanha da Fraternidade (CF), cujo tema é “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”. A solenidade de abertura, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), foi dirigida pelo secretário geral da entidade, dom Leonardo Steiner, e contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, além de outros convidados.
“A Campanha da Fraternidade é um tempo especial para a conversão do coração, através da prática da oração, do jejum e da esmola, como processo de abertura necessária para sermos tocados pela grandeza da vida nova que nasce da cruz e da ressurreição”, disse dom Leonardo.

Em seu discurso, o secretário geral da CNBB disse que houve “significativos avanços” nas últimas décadas da saúde pública no país, como o aumento da expectativa de vida da população, a drástica redução da mortalidade infantil, a erradicação de algumas doenças infecto-parasitárias e a eficácia da vacinação e do tratamento da Aids, elogiada internacionalmente.
Ir Marlene Bertoldi
Coordenadora do Regional Sul IV
Dom Leonardo também levantou pontos que ainda não são completamente sanados pelo Governo em relação à saúde. “Com a Campanha da Fraternidade de 2012, a Igreja deseja sensibilizar a todos sobre uma das feridas sociais mais agudas de nosso país: a dura realidade dos filhos e filhas de Deus que enfrentam as longas filas para o atendimento à saúde, a demorada espera para a realização de exames, a falta de vagas nos hospitais públicos e a falta de medicamentos. Sem deixar de mencionar a situação em que se encontra a saúde indígena, dos quilombolas e da população que vive nas regiões mais afastadas”, destacou dom Leonardo.

O bispo auxiliar de Brasília ressaltou não ser exagero dizer que a saúde pública no país “não vai bem”. “Os problemas verificados na área da saúde são reflexos do contexto mais amplo de nossa economia de mercado, hoje globalizada, que não tem, muitas vezes, como horizonte os valores ético-morais e sociais”.

Sobre o corte de cinco bilhões de reais da área da saúde, dom Leonardo destacou que esta decisão do governo preocupa e frustra “a expectativa da população por maior destinação de recurso à saúde” após a discussão da Emenda Constitucional 29.
Segue um modelo de Celebração feita pela Ir Marlene Bertoldi coordenadora do Regional Sul IV da Arquidiocese de Florianópolis. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Início da Quaresma


Fazer o trajeto em direção ao mistério da Páscoa, passando pela Quaresma, é acreditar na possibilidade de transformação e renovação da vida. São quarenta dias como momento penitencial, de interiorização e descoberta da riqueza da nossa identidade cristã.
No passado a Quaresma era tempo de preparação para o batismo, administrado na noite pascal. Ele era entendido como participação no processo de reconciliação acontecido no sacrifício de Cristo na cruz. Portanto, é tempo de renovar os compromissos batismais e de vida em Deus.
A celebração da Quaresma implica novas chances. Por isto cantamos: “eis o tempo de conversão”. É tempo de confiança e harmonia com Deus. Na instabilidade da cultura, fazendo-nos desprovidos diante do mal, Deus acolhe generosamente quem é forte na fé e no amor.
Diante das forças da maldade que acontecem nas diversas dimensões do cotidiano, o amor divino tem, incondicionalmente, a última palavra. Deus é a palavra de misericórdia, que faz aliança conosco, tornando-nos novas criaturas. Assim Ele revela seu amor e fidelidade para com a humanidade.
As cinzas da quarta-feira foram a marca do início de caminhada, da passagem da morte para a vida, da purificação da consciência, ferida pelas injustiças e atos desregrados, para uma vida ressuscitada. Tudo isto supõe profunda atitude de fé e compromisso.
É fundamental que haja a vitória do bom sobre o mal que está presente e entrelaçado nas riquezas da nova cultura. Ele é uma tentação que, sorrateiramente, atinge as pessoas e as envolve, tirando-lhes a dignidade.
A Quaresma é um convite à fé e confiança. É também anúncio da boa-nova, da boa notícia do Reino de Deus. Estamos muito mais sintonizados com notícias ruins do que com as boas, basta ligar os jornais televisivos. É hora de dar nova postura à vida.
Vamos viver um tempo penitencial na entrega a Deus, numa atitude de volta, de abrir o coração e ter a experiência da reconciliação, participando da vida nova do Senhor. A meta da Quaresma é a Páscoa, a vida mais saudável com Deus.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto.

Mensagem do Papa para a Quaresma 2012

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 07 de fevereiro de 2012 - Apresentamos na íntegra a mensagem do Santo Padre Bento XVI para a Quaresma de 2012.

«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras»
(Heb 10, 24)

Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da » (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

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Carnaval e Quaresma


Estes são dias de carnaval. Ele ocupa o final de semana, mas também o início da outra. Na verdade, o calendário assinala a terça-feira como seu limite. Mas já faz tempo que o carnaval ampliou seu espaço.

A antecipação do carnaval não causa tanto problema. Mas quando ele se prolonga além da terça-feira, então sim, se cria o impasse. A razão é evidente. De quarta-feira em diante, o espaço é destinado à quaresma. E se ela é invadida pelo carnaval, ele próprio começa a se desfigurar. Pois ele nasceu para servi de alerta quando o tempo da quaresma está chegando. E se ele próprio desrespeita este tempo, acaba perdendo sua fisionomia própria.
Sempre é bom recuperar as intenções originais das tradições que se firmam em nossa cultura. Pois nelas redescobrimos o sentido verdadeiro dos eventos tradicionais.
Pois bem, a história comprova com suficiente clareza que o carnaval foi suscitado pela própria quaresma. Foi a expectativa da quaresma despertou uma celebração secundária, que tomava sentido e recebia data a partir da quaresma.

Por isto, a contagem do carnaval é regressiva. Vamos "descontando" os dias que faltam para a quaresma.

Ao passo que a contagem da quaresma é progressiva, vamos "contando" os quarenta dias até entrarmos na Semana Santa.

Nesta perspectiva, havia uma estreita integração, entre carnaval e quaresma. A expectativa da quaresma, na medida de sua intensidade, justificava uma intensa celebração, feita em vista de entrar no tempo ansiosamente aguardado.

É fácil, então, compreender que na medida em que o carnaval foi se dissociando de sua intenção original, foi adquirindo outra identidade. Mesmo que no calendário as duas efemérides continuem próximas, elas foram se afastando progressivamente na sua índole e na sua fisionomia cultural.

Assim, o carnaval assumiu identidade própria, sem depender da quaresma. É preciso dar-se conta disto, para avaliar hoje a realidade do carnaval. Com a quaresma, ele só tem em comum a proximidade no calendário.

Mas sempre é possível reatar as referências entre as duas celebrações. Ainda mais agora, com um número mais extenso dos dias do carnaval, podemos colocar estes dias a serviço de uma boa programação, onde inclusive antecipar os apelos que a quaresma continua nos fazendo.

A recomendação da Sabedoria nos dá uma boa receita para estes dias: "É na oração e nos descanso que está a vossa força".

Se olharmos não só a quaresma que vem chegando, mas o ano todo que temos pela frente, bendito o carnaval, se ele nos proporciona refazer nossas forças pela oração e o descanso, para enfrentar os compromissos e os desafios, que este ano de 2012 nos apresenta.

Na diocese, fizemos nossa reunião de reinício das atividades pastorais. Em nossos planos, entrou a quaresma, que vem sempre acompanhada da Campanha da Fraternidade. Mas entraram na agenda também os dias de carnaval. Garantindo que as celebrações aconteçam neste final de semana. Mas também programando estes dias para que nos proporcionem novas energias pelo descanso, pela oração e pela alegria do convívio fraterno. Nesta perspectiva, que venha o carnaval, que compareça a quaresma, e que 2012 seja, de fato, um "ano da graça do Senhor"!

Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales (SP) e Presidente da Cáritas Brasileira Adital 

Fonte: Adital Notícias da América Latina e do Caribe

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Regional Nordeste 2: Comissão Bíblico-Catequética da Diocese de Patos constrói seu blog

Temos consciência, que “nenhuma metodologia dispensa a pessoa do catequista no processo catequético. A alma de todo método está no carisma do catequista, na sua sólida espiritualidade, em seu transparente testemunho de vida, no seu amor aos catequizando, na sua competência quanto ao conteúdo, ao método e à linguagem. O catequista é um mediador que facilita a comunicação entre os catequizandos e o mistério de Deus, das pessoas entre si e com a comunidade” (DNC 172). 

A catequese deve ser um processo permanente de educação da fé com o intuito de formar discípulos/missionários. Para isto, é preciso não esquecer que além dos objetivos, precisamos ter em mente a realidade em que trabalhamos (rural, periferia, urbana), os destinatários com suas experiências, cultura, idade, os conteúdos a serem refletidos, vivenciados, o uso de uma linguagem adequada, e a comunidade que é lugar favorável e fundamental da catequese. 

Deste modo, tendo em vista a realidade cibernética, na qual estamos inseridos oferemos este blog (fazeiressor.blogspot.com) para facilitar e promover uma melhor comunicação e interação entre as paróquias da nossa diocese e seus respectivos catequistas. É um espaço propício para formação, espiritualidade, notícias e opiniões. 

É preciso despertar em nossos catequistas e catequizandos a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente o seguimento e a missão. Conforme o Documento de Aparecida, o discípulo missionário será atuante e desenvolverá a missão nos vários âmbitos da sociedade: família, comunidade, escola, trabalho. Portanto, o discipulado acontece no mundo e está aberto às necessidades e desafios da realidade.

Todo catequista Jesus o faz partícipe de sua missão, ao mesmo tempo o vincula a Ele como amigo e irmão. Dessa maneira, como Ele é testemunha do mistério do Pai, assim os catequistas enquanto discípulos/missionários são testemunhas da morte e ressurreição do Senhor. Cumprir essa missão não é tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã.

Divulguem este blog! 

Pe. Alixandre Soares de Carvalho
Articulador diocesano de catequese

A Comissão Regional Nordeste 2 para a Animação Bíblico-Catequética parabeniza a Comissão Diocesana para a Animação Bíblico-Catequética de Patos pelo desenvolvimento do blog diocesano. Com isso chegamos a 15 dioceses blogadas ao blog do regional e incentivamos  as demais a construírem o seu.

Visitem o blog da diocese de Patos: http://fazeiressoar.blogspot.com/

QUARESMA: quem é o "Senhor" que move o meu coração?

“Rasgai o coração e não as vestes” (Jl. 2,13) QUARESMA: tempo litúrgico forte de reconstrução de si e da comunidade; tempo que coloca em questão a razão de ser da vida – para que vivemos? qual a finalidade do ser humano? sobre quê está fundamentada a nossa vida? para onde caminhamos? 

Nesse sentido dizemos que quaresma é um tempo forte de conversão; para isso ela tem sua linguagem, sua celebração, seus exercícios e seus ritos de conversão... Na perspectiva inaciana, conversão não é simples mudança exterior no modo de ser e agir, mas “mu-dança de senhor”; quaresma é tempo de troca de comando, tempo forte para consultar o interior e verificar qual é o “senhor” que move o nosso coração. É neste contexto de conversão que se situam as práticas quaresmais: oração, jejum e esmola. Através de uma vivência mais radical dessas práticas começa a acontecer um deslocamento dos “falsos senhores” que habitam o nosso coração e, ao mesmo tempo, amplia-se o espaço interior para a presença e ação do “verdadeiro Senhor”.

A oração, o jejum e a esmola são como um resumo da vida cristã; condensam o sentido da vida. A vida é um mergulho no mistério de Deus (oração), um abrir-se aos outros (esmola) e capacidade de ordenar e dirigir a própria existência (jejum). Tais “exercícios quaresmais” só tem sentido se nos levam a uma identificação com Jesus Cristo; são exercícios que alimentam e sustentam nosso seguimento de Cristo. E aqui poderíamos recuperar o sentido original bíblico de “sacrifício”, que não significa simplesmente imolação, destruição, penitêntica... “Sacri-ficar” (do latim, “sacrum facere” ) é “tornar santo”. Tanto o Primeiro como o Segundo Testamento nos ensinam que a melhor coisa que podemos transformar em “sacrifício”, em coisa santa para oferecer a Deus, é a própria vida e tudo o que fazemos. Nesse sentido, a referência máxima de “sacrifício” foi o próprio Jesus. Ele é o sacrifício, a “realidade santa” por excelên-cia, por sua verdade, sua fidelidade e disposição para fazer a Vontade do pai e exercer a sua missão. O que faz o sacrifício é a oblação, a entrega, deixar Deus ser Senhor da nossa vida. 

1. ORAÇÃO: toda a nossa vida deveria ser uma oração, ou seja, um “encontro” com Deus em todas as coisas e em todas as circunstâncias. A oração é passar do vazio de si à plenitude em Deus. O “sair de si mesmo” por meio de uma íntima relação pessoal com Deus é a dinâmica central da transformação do “eu” na vivência quaresmal. “Cada um deve persuadir-se que na vida espiritual tanto mais aproveitará quanto mais sair do seu próprio amor, querer e interesse” ( S. Inácio - EE. 189). A oração passa a ser a “irrupção” do divino no mais profundo do “eu” humano. Des-centrada de si mesma, a pessoa deixa-se conduzir pela ação providente de Deus. Na quaresma, a Igreja evoca o Cristo em oração diante do Pai no deserto e nas montanhas.

2. JEJUM: o jejum é a capacidade de “ordenar” a própria vida para um fim (serviço e louvor de Deus); ao mesmo tempo é expressão de solidariedade e comunhão com os outros: é um chamado à partilha. Somos livres quando podemos nos dispôr de nós mesmos, ou seja, quando nos libertamos dos “afetos desor-denados”, dos apêgos... O importante, no jejum, não é o que nós fazemos, mas o que Deus faz. Não estamos fazendo algo, mas estamos deixando-nos fazer por Deus. Na tradição dos Padres do Deserto, o jejum é o meio que nos possibilita criar um “espaço vazio” no qual o Espírito possa repousar, permitindo-nos distinguir o essencial do supérfluo. Portanto, o jejum é um tempo em que damos maior liberdade a Deus para agir em nós, “ordenando” nossos afetos e orientando nossos impulsos instintivos. No seu relacionamento com a natureza criada o ser humano é chamado a ser livre, a ser senhor da criação. Por isso, a melhor penitência é “abrir espaço para Deus”; em outros termos, “jejuar é dar espaço para outras fomes” (N. Bonder). O alimento e a bebida tornam-se símbolo de tudo quanto nos envolve. Porque é na ação do comer e do beber que o ser humano mais se apodera e apropria das coisas, correndo o risco de ser escravizado por elas. A atitude de liberdade diante do alimento torna-se símbolo de sua liberdade para com tudo quanto o envolve: bens materiais, poder, prazer absolutizado, idéias fechadas, uso do tempo, dos meios eletrônicos... 

3. ESMOLA: a esmola atinge o relacionamento com o próximo na virtude teologal da caridade. O ser humano recebeu tudo de seu Criador; tudo é dom para todos. Neste sentido, a esmola significa a atitude de doação gratuita, de serviço ao próximo com generosidade e desprendimento. É todo este mistério de aber-tura e acolhida em favor do próximo, sem esperar recompensa, na imitação de Jesus Cristo que deu sua vida pelos seus. É viver a partilha não só de bens materiais, mas o tempo, o interesse, o serviço, a aceitação... 

Durante o tempo quaresmal, corresponde a cada pessoa encontrar sua ascese, ou seja, encontrar a manei-ra de ir esvaziando-se, despojando-se, para deixar espaço aos outros e ao Outro e chegar a viver em “esta-do de união”. É urgente fomentar uma “cultura da solidariedade, da comunhão, da partilha...”, se não queremos nos desumanizar e nem desumanizar o planeta. A ascese nos capacita para sensibilidade cósmica; o ordenamento de nossos desejos nos permite escutar os desejos dos outros. Quanto mais vivemos em Deus, menos somos nós o centro, menos dependentes das coisas e mais receptivos aos outros. 

Textos bíblicos: Mt. 6,1-6.16-18 Joel 2,12-18 

Na oração:   - qual é o seu estado de ânimo para viver a “travessia quaresmal”?
                   - Páscoa é passagem do “eu estreito” ao “eu expansivo e solidário”: quê setores de vida precisam passar por esta transformação? 

Pe. Adroaldo Palaoro sj (jesuíta e diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana - CEI -Itaici)

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Fonte: Regional Leste 2 


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


Está havendo grande esforço de uma catequese voltada para as exigências da cultura moderna. O grande objetivo é formar discípulos missionários dentro do processo de iniciação à vida cristã, de inspiração catecumenal e centrado na prática concreta das primeiras comunidades cristã.

A Igreja procura, mesmo que de forma lenta e prudente, acompanhar os passos e as mudanças da história. Não estamos mais no tempo da cristandade e nem de uma catequese focada na preocupação doutrinal e no estilo de perguntas e respostas.

O principal objetivo da catequese é formar e conscientizar o catequizando, de todas as idades, para o sentido da vida da graça. É a experiência de um encontro profundo com Jesus Cristo, com uma Pessoa concreta, que atinge a vida das pessoas na comunidade cristã.

Os batizados nem sempre são evangelizados. Por isto, a Igreja está preocupada com uma catequese de adultos. Muitos não são ainda, mesmo que batizados, introduzidos na vida cristã e são cristãos só de nome e sem compromisso de fé.

A catequese, nas dimensões de hoje, precisa ser mais envolvente, que chegue à família e toda a comunidade. Isto significa que não conseguimos atingir os verdadeiros objetivos catequéticos se a família e a comunidade não forem também catequizadoras.

Necessitamos de uma catequese mais profética e assentada numa espiritualidade madura e libertadora. Que anuncie a Pessoa de Jesus Cristo com base na Palavra de Deus e no testemunho verdadeiro de prática cristã na sociedade e na Igreja.

No processo metodológico, como anuncia o Documento de Aparecida, é preciso "abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favorecem a transmissão da fé". Na verdade, é urgente buscar uma "conversão pastoral e renovação missionária..." (n. 375).

Urge a Igreja fazer uma profunda revisão de sua ação catequética. Há ainda muita estrutura arcaica, sem frutos e conservadorista, necessitando de passar por um processo de conversão. Temos que nos libertar do clima e das influências da cristandade.

Pensar numa Igreja e numa catequese voltadas para a sociedade, para as necessidades das realidades práticas e temporais das pessoas. Catequese que saia da sacristia, que enfrente os desafios de uma cultura capitalista, consumista e totalmente secularizada.

Sejamos agentes desta nova catequese, conscientes de nossa missão cristã, principalmente vocacionados para o trabalho catequético em nossas comunidades concretas. Temos que absorver a "mudança de época" com o coração comprometido.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto (SP) e membro da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética
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