quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Vamos? Chegada da Cruz da JMJ no Brasil!



Reserve na sua agenda!!! 18 de setembro de 2011 - uma data histórica!!! Neste dia acontecerá um grande evento para nossos jovens: “Bote Fé” em São Paulo. 
Receberemos a Cruz da Jornada Mundial da Juventude no Brasil com uma grande festa. O objetivo é  provocar o entusiasmo nos jovens e nas famílias de todo o país para participar da próxima JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE que acontecerá em 2013 no Rio de Janeiro. Neste dia tem início a peregrinação da Cruz por todo nosso país, de 2011 a 2013.

Maiores informações leia:

Estamos organizando uma excursão que sairá de Curitiba para São Paulo dia 17 (sábado) às 23hs, com retorno no Domingo dia 18, logo após a missa (que terá início às 16hs) pelo valor de R$ 60,00!
Interessado? Então não perca tempo!!! Mande um e-mail para:
juventude@arquidiocesecwb.org.br ou ligue no Setor Juventude: 2105-6368 e faça a sua inscrição!!! 

Eu BOTO FÉ! Juventude unida para JMJ 2013!
Em Cristo!

Pe. ALEXSANDER CORDEIRO LOPES
Assessor do Setor Juventude Curitiba
Fone: (41) 2105-6364
Twitter: @pealexcordeiro



 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- - - - -
 
Pe. Alex e o pessoal do Paraná já se organizou! 
E o seu estado?? 
Procure o Setor Juventude de sua Diocese!

Mês da Bíblia 2011

Os desafios da travessia (Ex 15,22-18,27)

biblia2011
A Bíblia é o nosso Livro Sagrado e deve estar em nossas mãos e em nosso coração todos os dias. Mas o Mês da Bíblia é um tempo especial, que chama nossa atenção para a sua importância em nossa vida. Sua finalidade é torná-la mais conhecida, amada, divulgada e levada à prática, no nosso dia a dia. A proposta de estudo para o Mês da Bíblia de 2011 é o texto do Êxodo, do capítulo 15 a 18, tendo presente o itinerário da Missão Continental e o tema da Iniciação à Vida Cristã à luz da caminhada do Povo de Deus.

O Tema: “Travessia – passo a passo, o caminho se faz” nos motiva a descobrir os passos da caminhada a ser percorrida por nós que somos hoje o Povo de Deus fazendo a nossa travessia.

O Lema: “Aproximai-vos da presença do Senhor!“ (Ex 16,9), nos impulsiona a manter vivo o desejo de experimentar a presença de Deus que nos ama, ilumina e guia nossos passos nas travessias pelos caminhos da vida.

Com a proposta deste estudo, a Igreja pretende animar a caminhada das nossas comunidades; incentivar a partilha da vida e da fé; suscitar ações solidárias; iluminar o itinerário da vida cristã e promover a união famílias e comunidades. A temática do ‘caminho’ está presente em toda Bíblia. No Evangelho de Lucas, Jesus está sempre a caminho e, segundo Atos dos Apóstolos, ser cristão é fazer parte do “caminho” (Lc 9, 53-57; 10,1; At 9,2; 19,9). Nossa fé nos dá a convicção de que, neste mundo, somos “hóspedes e peregrinos” sempre a caminho, rumo à terra prometida de uma vida digna e feliz para todos, rumo à nossa plenitude, até podermos contemplar a Deus face, na sua glória. 

 

Ir. Teresa Nascimento, CIIC
(Congregação da Irmãzinhas da Imaculada Conceição)

Eu me encanto com Jesus...


"Eu me encanto com Jesus quando vejo a sua misericórdia em minha vida, quando não me falta o pão de cada dia, quando tenho a certeza que ninguém me ama mais do que ele."

Ivani – São Paulo SP

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Nova Geração - Cantores Católicos



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nesta segunda-feira (22/08) um vídeo da música Nova Geração. Clássico do Pe. Zezinho, scj, a canção foi interpretada por 84 cantores católicos, reunidos nos estúdios da Paulinas-Comep, em São Paulo. O vídeo é o ponta pé inicial para o projeto “Bote Fé”, iniciativa do Setor Juventude da CNBB.

O objetivo é chamar a atenção de paróquias e dioceses de todo o Brasil para a importância da evangelização dos jovens, também já em função da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2013, no Rio de Janeiro (RJ).

Coordenada pelo Assessor do Setor Juventude da CNBB, padre Sávio Ribeiro, e pelo Pe. Joãozinho, scj, a gravação aconteceu em junho e teve participação do Pe. Zezinho, scj, que ministrou uma palestra para os músicos. Logo após, os cantores gravaram a canção juntos, marcando o clima de unidade dos músicos com a Igreja.

Estiveram presentes a esse momento histórico os cantores: Dalvimar Gallo, Eliana Ribeiro, Flavinho, Ítallo Villar, Laércio Oliveira, Davidson Silva, Dunga, Eros Biondini, Aura Lyris e as bandas, Vida Reluz, Estância Divina, Adoração e Vida, Ceremonya, Dupla DDD, Exalta Cristo, Anjos de Resgate, entre outros.


DIVULGUE ESTA GRANDE MOBILIZAÇÃO DE NOSSA IGREJA!

ABRAÇOS E BÊNÇÃOS!!! 

Pe. Antonio Sávio.

Eu me encanto com Jesus...


"Eu me encanto com Jesus quanto vejo a vida pulsando ao meu redor. Mais um dia por aqui, sinto como se ele me dissesse: eu confio em ti, vai e evangeliza!"

Clécia – Feira de Santana BA

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vocação e Missão dos Cristãos Leigos

No último domingo de agosto, as comunidades católicas mostram seu carinho para com as pessoas que dão testemunho de Jesus Cristo sem serem padres ou religiosos. Em outros termos, a Igreja presta sua homenagem aos cristãos leigos e leigas que, movidos pela graça batismal, se tornam discípulos e missionários de Jesus Cristo.
O Documento de Aparecida diz que “o campo específico da atividade evangelizadora leiga é o complexo mundo do trabalho, da cultura, das ciências e das artes, da política, dos meios de comunicação e da economia, assim como as esferas da família, da educação, da vida profissional” (DA, 174). Na definição de Puebla, os leigos são “homens da Igreja no coração do mundo, e homens do mundo no coração da Igreja” (DP, 786).
Antes das palavras, os leigos evangelizam pelo testemunho. Na medida em que forem honestos nos seus negócios, corretos nos seus julgamentos, coerentes nas suas ações e fiéis aos seus compromissos batismais, eles se tornarão mensageiros da boa nova trazida por Jesus Cristo e provocam a adesão de novos membros à Igreja.
Entre os inúmeros fiéis leigos, alguns se sentem chamados a um trabalho específico dentro de suas comunidades. São eles que assumem os trabalhos da catequese, liturgia, canto, coordenação dos grupos de família, animação dos grupos de jovens e serviço da caridade. Dispõe-se a serem ministros ou integrarem a diretoria de uma comunidade. Tomam a frente nos movimentos leigos como Apostolado da Oração, Renovação Carismática Católica, Cursilho, Shoenstatt, equipes de Nossa Senhora, etc.
Dentre todos os cristãos leigos merecem destaque os catequistas. A eles, a Assembléia de Aparecida manifesta seu sincero reconhecimento (DA, 295). Pela sua importância nas comunidades, o último domingo de agosto reserva lugar especial para esta vocação. Num tempo onde sempre menos as famílias conseguem iniciar seus filhos na fé cristã, o trabalho dos catequistas ganha relevância. Sem eles, a fé cristã seria bem menos sólida.
Na Diocese de Santa Cruz temos a graça de contar com aproximadamente 3 mil catequistas que fazem seu trabalho de forma gratuita. São pessoas de ambos os sexos, variadas idades e diferentes níveis culturais. No dia 20 de novembro, esperamos encontrar todos eles em Lajeado, no Encontrão Diocesano. O tema motivador é: “Catequese, encontro com Jesus no caminho da Palavra, da partilha e da missão”.
A todas as pessoas batizadas na Igreja Católica e que se empenham em dar testemunho da sua fé, o nosso reconhecimento. Às pessoas que assumem funções específicas nas comunidades, o nosso incentivo. Aos catequistas a nossa gratidão. Que Deus abençoe a todos!

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul -RS

AÇAO SOLIDÁRIA URGENTE

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira deram início à Campanha SOS África de ajuda às vítimas da seca na região nordeste do continente, conhecida como Chifre da África (Somália, Uganda, Etiópia, Quênia, Djibuti e Eritréia).
A região, principalmente a Somália, passa pela seca mais intensa dos últimos 60 anos. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), cerca de 12 milhões de pessoas estão sentindo os efeitos da fome na região.
Ainda segundo os dados, o Chifre da África vem sofrendo nos últimos meses, além da seca, com a fome, conflitos e a alta dos preços dos alimentos. A crise na Somália já matou 30 mil crianças de fome.
Cerca de 400 mil refugiados somalis, quase 5% de toda a população do país, encontram-se acampados em Mogadíscio e áreas ao redor. Aproximadamente 100 mil pessoas chegaram somente em junho e julho, segundo a ONU.
Um novo relatório da Organização Católica para a Solidariedade e ajuda humanitária sublinha que "a cada 11 semanas", dez por cento das crianças somalis com menos de cinco anos "perde a vida".
O ‘Situation report' da Cáritas Somália, enviado à agência Fides, do Vaticano confirmou que "as estruturas de saúde da Somália estão a tentar enfrentar a chegada maciça de deslocados internos que estão a lotar os centros urbanos em busca de assistência".
Para reverter essa situação, você pode contribuir com campanha da CNBB e Cáritas, em favor das vítimas no Chifre da África, através de doações de qualquer valor.


Eu me encanto com Jesus...



"Todas as vezes que nos encontros de catequese, tenho a oportunidade de revelar mais um pouco sobre Jesus e sua Igreja. Encanto-me em ver Ele agir em minha vida, principalmente quando penso que algo não tem solução e sinto Ele me mostrar o caminho certo a seguir... É maravilhoso!"

Claudia de Jesus – Bom Jesus de Itabapoana RJ



domingo, 28 de agosto de 2011

 PARABÉNS CATEQUISTAS!

Que cada vez mais, por todos os cantos do mundo, continuemos propagando a Palavra de Deus.
Que nossas alegrias, dores e sonhos tenham novo sentido na Palavra Encarnada.
Que saibamos comunicar sempre a comunhão, o encontro, a solidariedade e a alegria contagiante de fazer parte deste exército de discípulos missionários da Igreja de Jesus.
Contemplando, saboreando e comunicando Jesus, o Filho de Deus, a Palavra da Vida,
sejamos todos abençoados!

Um grande abraço

Angela e Joseilton
Blog Catequese e Bíblia

NOTÍCIA EM PRIMEIRA MÃO

PARABÉNS PELO DIA DO CATEQUISTA!!!

 

AOS CATEQUISTAS DE TODO O BRASIL NOSSO AGRADECIMENTO E NOSSO CARINHO POR TANTA DEDICAÇÃO E EMPENHO NO PROJETO DE JESUS!!

QUE AS BÊNÇÃOS DE DEUS SE DERRAME COPIOSAMENTE SOBRE VOCÊS, SUAS FAMÍLIAS, SEU TRABALHO, SUA MISSÃO... SUAS VIDAS!

VIVA A CATEQUESE!


O primeiro ensino de catequese nós o recebemos através da beleza da criação. As estrelas, as montanhas, os rios, as flores são catequeses sobre a sabedoria, bondade, beleza, providência de Deus Criador. A criação é o primeiro livro da Palavra de Deus, é o primeiro sacramento que nos liga com o Criador é a primeira catequese. As criaturas nos levam ao Criador.

Outra grande e indispensável catequista é a família. O namoro, o noivado, o casamento, a gravidez, o nascimento, as festas de aniversário, a convivência familiar são excelentes meios de catequese. Os pais, primeiros catequistas, podem falar de Deus através do pôr-do-sol, da festa de casamento, da morte de alguém, da experiência do sofrimento, das celebrações do batismo, crisma, primeira Eucaristia, ordenação sacerdotal, enterros etc. Podem falar de Deus à mesa, no aconselhamento, no atendimento a um pobre. A família é uma catequista extraordinária.

A comunidade eclesial com sua liturgia, cantos, pastorais, movimentos, missão evangelizadora, grupos de reflexão, missões populares, opção pelos pobres é uma catequista por excelência pelo seu poder catequético. Pode-se catequizar até através de avisos bem dados, da homilia, da participação litúrgica, das experiências evangelizadoras e transformadoras. Uma paróquia viva, entusiasmada, missionária oferece uma catequese permanente e impar.

Falemos agora de uma catequista fascinante, sábia, iluminadora e atraente, é a Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Os livros bíblicos especialmente os Santos Evangelhos, são catequese da fé. Quantos catequistas famosos encontramos na Bíblia. Desde o Genesis ao Apocalipse, a Palavra de Deus nos oferece a catequese de Deus Pai, de Jesus Salvador e do Espírito Santificador. Como não perceber que Maria, Mãe de Deus e nossa, é nossa catequista pelo seu jeito de ser, seu testemunho e seus ensinamentos revelados na Bíblia?

Os grupos de reflexão e outras experiências comunitárias são catequeses autênticas, junto com os cursos de teologia, os retiros, as escolas bíblicas, os encontros de formação. O próprio domingo, a celebração dominical, a religiosidade popular muito contribuem para a catequese.

Portanto, a criação, a família, a Escritura Sagrada, a comunidade, os grupos de reflexão, a formação oferecida ao povo são mãos estendidas aos catequistas para que se revistam de entusiasmo, alegria, esperança na sua missão. Deduz-se de tudo isso que o apoio e a valorização da catequese numa paróquia ou diocese, é uma obrigação e responsabilidade de todos. Não podemos banalizar a catequese geradora de novos cristãos, garantia de a fé, colaboradora da Igreja, educadora e formadora de  cidadãos cristãos e santos. A catequese é o sucesso de Jesus e do seu reino, pois o Espírito Santo é o principal catequista.

Todas estas catequeses e catequistas, porém, não substituem a formação catequética orgânica, sistemática, gradual progressiva e permanente, pelo contrário, necessitam dela.

Aos catequistas a gratidão, o reconhecimento e os parabéns pelo seu dia e sua missão. Seus nomes estão escritos no céu e seu testemunho está gravado no coração dos catequizandos e no livro da vida.
     
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina

sábado, 27 de agosto de 2011

HOMILIA DO DOMINGO


Como Jeremias na primeira leitura, há muitos catequistas neste Brasil que, apesar dos desafios de cada dia, não desanimam da missão de levar o próprio Cristo às pessoas. No seu dia, destaco que milhares de homens e mulheres não se conformaram com os esquemas deste mundo, mas sonham com uma vida com mais Deus e mais amor. São eles os profetas que hoje se deixam invadir pelo fogo do Espírito!

Parabéns a todos os catequistas!

Pe. Roberto Nentwig
"Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força!" (2Cor 12,9).


HOMILIA - 22º Domingo do Tempo Comum

Jeremias, na primeira leitura, aparece desanimado, pois a Palavra de Deus é um grande peso para ele. De fato, diante das perseguições e incompreensões, parece que não tem mais sentido levar a missão em frente. O texto nos diz que Jeremias foi “seduzido”, talvez a tradução mais adequada seria “enganado”. Ou seja, Deus atraiu Jeremias para a missão, mas o profeta não sabia quantas agruras descobriria no caminho. É preciso mencionar que o profeta foi, no final, invadido por um fogo, um ardor que não o deixou desistir do seu encargo. A tônica da primeira leitura e do Evangelho é o susto que nos causa o seguimento genuíno: se no início da vida em Deus temos as consolações do espírito, no meio do caminho percebemos as exigências da missão. Certamente, são momentos desoladores e que nos fazem purificar nossa experiência religiosa.

Quanto ao Evangelho, se tomarmos o texto anterior ao deste domingo, percebemos que Jesus estava preocupado com a compreensão dos discípulos sobre o seu ministério. Jesus perguntava a si mesmo: “Será que o povo está entendo o que estou fazendo? Entendem o Reino e a minha missão? O que acham do Messias?” Lembremos que Pedro já havia declarado que Jesus era verdadeiramente o Messias, o que não significa afirmar que o apóstolo sabia o que é verdadeiramente ser Messias.

Como um bom pedagogo, Jesus dá agora um novo passo. O Evangelho de Mateus registra que “a partir deste momento” Jesus começa a falar de sua ida para Jerusalém, onde haveria de ser crucificado. Depois da afirmação de sua messianeidade, o Senhor passa a ensinar que tipo de Messias ele é. Quando o faz, vem a decepção: o mesmo Pedro que declarou Jesus como Messias e recebeu as chaves, repreende o Senhor, pois não quer que o Mestre vá para sofrer em Jerusalém. Pedro quer um messias, mas não qualquer messias: não aceita o messias da cruz! Hoje, do mesmo modo, as pessoas costumam escolher o seu deus, optando geralmente por aquele que é mais conveniente, que não traz algum compromisso sério. Muitos não aceitam o Senhor do Reino da Vida, o Senhor da cruz... Preferem o Senhor dos milagres, dos sentimentos, do individualismo... O grande problema do nosso tempo não é a falta de religião, mas o tipo de religião que a maioria das pessoas escolhe. Há disposição para se acolher o verdadeiro Jesus, ou apenas se deseja um pseudo-Jesus devocional e amoldado ao subjetivismo?

Jesus convida seus discípulos a tomar a cruz. Para ganhar a vida, deverão perdê-la. Não está se referindo “a ir para o Céu depois da morte”, mas da graça que se manifesta em toda a vida, que inicia aqui e agora e que se prolonga na eternidade. Para que a felicidade aconteça na via, é preciso abraçar a cruz das renúncias. O Reino é um dom que exige esforço, desprendimento. Não se trata de uma aceitação resignada da pobreza, da doença, dos dramas da vida, etc. A cruz de Jesus significa uma opção pelos valores do Reino, e estes por sua vez são exigências.

São Paulo fala na carta aos Romanos que devemos ser como hóstias vivas, ou seja, que devemos oferecer um sacrifício espiritual. Deus se oferece no altar, como hóstia viva, e nós também, unimo-nos ao mesmo sacrifício. O mesmo apóstolo nos dá o caminho para tal sacrifício: “não vos conformeis com os esquemas deste mundo!” Podemos facilmente identificar os esquemas que nos levam ao pecado. Sem uma meditação séria e a graça do Espírito, podemos facilmente ser engolidos pelos esquemas deste mundo: o esquema do consumismo, da mentira, da desonestidade, da corrupção, do “jeitinho brasileiro”, do egoísmo... Precisamos entrar no esquema do amor, da misericórdia, da vida comunitária, da justiça, da seriedade. Eis a verdadeira cruz!

Pe. Roberto Nentwig
Arquidiocese de Curitiba

DIA DO CATEQUISTA

Cartão enviado pela catequista CLEONICE LEAL,  de Vespaziano -MG.

PARABÉNS CATEQUISTAS BLOGUEIROS


Já há algum tempo, nossa Igreja vem alertando para a importância de se “tomar” os espaços na internet. Hoje este novo meio de comunicação já não pode ser considerado uma simples “ferramenta” de evangelização. A Internet tornou-se um “mundo” a ser evangelizado.

E nesta semana, onde homenageamos a vocação leiga e amanhã, mais especificamente, o Catequista, não podemos deixar de mencionar o trabalho que muitos deles vem fazendo na internet através de sites e blogs.

Catequistas e outros agentes de pastoral estão literalmente, invadindo o ciberespaço. Com textos, atualidades e muito material de catequese, encontramos hoje, muito mais de uma centena de blogueiros engajados na missão de evangelizar pela internet.  O blog hoje é uma ferramenta de interação tão “poderosa” quanto o Facebook ou o Twitter. Isso falando de popularidade, mas considerando o conteúdo que pode ser disseminado por eles na Web, podemos considerá-los, sem dúvida alguma, um meio mais que eficiente de propagar idéias, textos, músicas, vídeos e, porque não, IDEAIS e o PROJETO DE JESUS! 

Os blogs tem tido, assim como tudo na internet, um crescimento assustador. Segundo uma pesquisa da Technoratti, 120 mil blogs são criados por dia. Três a cada dois segundos. Até janeiro deste ano, eram 152 milhões de blogs no planeta. E 2% são em língua portuguesa. E são aproximadamente dois bilhões de pessoas acessando a internet todo dia. Se um blog já teve 100.000 visitantes, pode se considerar um felizardo, mesmo não chegando nem perto de 1%, ele tem uma parcela até considerável de pessoas visitando a página.

Parabenizamos e homenageamos os CATEQUISTAS BLOGUEIROS, aqui em nosso blog, criando uma lista de links, que pode ser acessada por esse banner na lateral do blog:


Esta lista foi fornecida pelo blog Catequese na Net que está trabalhando a união de blogs de catequistas para apoio e divulgação. A ela, foram acrescentados mais alguns de conhecimento nosso. Esperamos enriquecê-la cada vez mais. 

Neles você vai encontrar catequistas experientes e blogs já com mais de 400 mil visitantes, assim como alguns que acabaram de começar e estão engatinhando na blogosfera. A cada um, nosso agradecimento por estar dedicando ainda mais do seu tempo a mais esta ação evangelizadora.

Obrigado Catequistas e parabéns pelo seu dia!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ORAÇÃO DO CATEQUISTA

CADASTRO DE CATEQUISTAS


Aproveitando esta Semana em que comemoramos a vocação leiga e, no domingo, o Dia do catequista, lembramos a todos que, no Ano Catequético Nacional foi lançado pela CNBB, o Cadastro dos Catequistas com a finalidade de obter dados concretos sobre os/as catequistas, no Brasil. Quantos são, onde estão, o que fazem e a quem estão atingindo com a sua presença evangelizadora.

Isso tudo, porque ainda não se tem um banco de dados da catequese, que possa contribuir na dinamização do trabalho da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética. A partir das informações obtidas será possível elaborar projetos com maior aproveitamento, pois se terá uma realidade concreta para trabalhar.

Até este mês de agosto de 2011, dois anos do lançamento do cadastro, temos em nossos arquivos 15.583 catequistas cadastrados. Ainda faltam muitos catequistas neste cadastro! Cogita-se que em todo o Brasil sejam quase um milhão. Sabemos claro, que nem todos os catequistas possuem acesso à internet, portanto, solicitamos àqueles que tem essa facilidade, coordenadores de catequese, párocos enfim... que recolham os dados da sua equipe de catequistas e efetuem o cadastro.



É importante que VOCÊ, CATEQUISTA, faça seu CADASTRO, na certeza de que está contribuindo para o crescimento do saber catequético em vista de uma catequese que forma para o DISCIPULADO.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ENTREVISTA COM IR. NERY

Nesta semana o jornalista Alberto Meneguzzi, entrevistou Ir. Israel Nery, irmão lassalista, referência na Catequese da América Latina. A entrevista foi concedida no Programa Razões da Fé, da rádio São Francisco am da Rede Sul de Rádio.
Falando sobre catequese, chamado, vocação leiga, ele nos faz refletir sobre a catequese hoje. 

A entrevista está formatada em três blocos.  Clique nas players:

PRIMEIRO BLOCO



SEGUNDO BLOCO



TERCEIRO BLOCO

CATEQUISTA: Uma prova de amor diária

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Soluços de evangelização

* Por Alberto Meneguzzi

Os catequistas são heróis sonhadores. Se não fossem assim,  desistiriam. Sonhar, sonhar, cada vez mais sonhar, é o que move o trabalho anônimo de muitos catequistas. Sonham com jovens e crianças interessadas pela catequese, com pais presentes, com comunidades que entendam o real sentido do trabalho. Catequistas são heróis, e sonhadores, porque sonhar é preciso.

E o que seria das nossas paróquias se não houvesse os catequistas sonhadores?  Para alguns, que não entendem bulhufas o que é o trabalho e o que representa  ser um catequista, nada mudaria. Em muitas comunidades, e isso é real, quando uns saem outros já estão sendo convidados. Não importa de que forma, mas sempre tem alguém que aceita o convite para ser  catequista. E por ser tão fácil assim, e necessário, é que muitos são convidados na pressa e acabam aceitando sem preparo algum, apenas para que crianças e jovens não fiquem desamparados. Seria uma vergonha ter gente “matriculada” na catequese e não se ter catequistas suficientes para “dar aulas” para eles. É assim que pensam algumas lideranças paroquiais que coordenam a catequese em diversas paróquias deste imenso país. Também pensam assim, muitos padres, párocos, vigários, irmãs e até alguns bispos. E aí, entram também muitos palpiteiros e eles existem aos montes no trabalho pastoral, principalmente quando o assunto é a catequese. 

A catequese precisa ser isso, ou aquilo ou acolá, dizem alguns, que nunca pisaram numa sala de catequese e pouco conversam com os catequistas a respeito do assunto. E por necessitar ser assim, desse jeito, ou daquele outro jeito, é que vamos andando a passos lentos na tentativa de fazer as coisas de forma diferente, como pedem os documentos da igreja e os diretórios da catequese, material esse que a grande maioria dos catequistas ainda nem ouviu falar.

Temos, nesse imenso Brasil, um batalhão de catequistas com boa vontade, gente que se dispõe ao trabalho evangelizador, mas que no fundo sabem pouco ou nada da real missão que lhes foi confiada. Temos, ainda, uma multidão de catequistas que literalmente são “jogados aos leões”, sem preparo nem formação, sem nenhum tipo de orientação de como agir perante jovens, crianças, adultos e seus pais ou responsáveis, apenas com a missão de “fazer o encontro” e “preparar alguém para o sacramento”, como se a catequese fosse um cursinho qualquer.

Apesar de tudo, a catequese anda.  Ainda somos milhões de catequistas em todo o Brasil. Outros tantos milhões de crianças, jovens e adultos procuram a Igreja Católica para serem catequizados.  Mas, boa parte desses que nos procuram anualmente para “fazer a catequese”, saem dela da mesma forma que entraram. Em alguns casos, até piores. Não perseveram. Não vivem em suas comunidades. Não atuam em prol de um projeto maior. Passam a existir apenas nos registros comunitários, e depois, nas estatísticas do IBGE.

Por isso, num período que lembramos leigos e catequistas, onde milhares de homenagens serão feitas nas celebrações do final de semana e outras tantas jantas acontecerão nesse ou naquele restaurante, e onde tudo poderá parecer perfeito, é que eu lembro a importância de sonhar.  Não dá para caminhar do jeito que muitas comunidades caminham, sem planejamento, sem estrutura, sem formação, sem oração, onde cada catequista faz o que quer e cada comunidade adota o modelo que quiser e o manual que bem entender.

Não dá mais para ser assim. É preciso muito mais do que boa vontade e heroísmo. Precisamos entender a missão, a nossa responsabilidade, a importância de fazermos uma catequese que transforma, toca corações e  modifica a sociedade. Eu acredito que é hora, mais do que nunca, de refletirmos sobre qual a catequese que queremos. Não dá mais para ficar maquiando, achando que tudo está bem, quando não aprofundamos as análises, não avaliamos a caminhada e nem projetamos passos diferentes.

O dia do catequista, para mim, não é para festa. Deveria ser, isso sim, um momento de profundo recolhimento, com um olhar crítico para o “umbigo” de cada paróquia e com reflexão real do que realmente acontece quando o assunto é catequese e a ação dos catequistas.

Se não for assim, são apenas paliativos, remendos, soluços de evangelização, que animam por algum tempo, mas  que não transformam e nem apresentam o essencial, ou seja, a proposta salvadora e transformadora de Jesus Cristo.

Mas para isso,o catequista precisa, antes de tudo, ser transformado, para que depois  ele possa transformar.

Se não for assim, é tarefa que qualquer um faz e Deus não escolhe qualquer um para ser seu discípulo e missionário.


*Alberto Meneguzzi é escritor, jornalista, relações públicas, radialista e catequista. Autor dos livros “Paixão de Anunciar” e “Missão de Anunciar”, publicados pela Editora Paulinas.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mensagem para os(as) Catequistas


Querido e querida Catequista!

É a primeira vez que estou me comunicando com você catequista desde que assumi a presidência da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética. E faço-o até comovido, sabendo o que significa cada catequista na nossa Igreja no Brasil. O que seria da nossa Igreja espalhada por todos os recantos do imenso território brasileiro sem os/as catequistas? Somos indispensáveis na educação da fé apostando no sentido pleno da vida.

Aliás, falando da fé, as atuais Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil – DGAE 2011/2015, afirmam no número 37: “A fé é dom de Deus! ‘Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá novo horizonte à vida e , com isso, uma orientação decisiva’ (Bento XVI, Deus caritas est, n.º1). Por sua vez, este encontro é mediado pela ação da Igreja, ação que se concretiza em cada tempo e lugar, de acordo com o jeito de ser de cada povo, de cada cultura. A descoberta o amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, dom salvífico pata toda a humanidade, não acontece sem a mediação dos outros (cfe. Rm 10,14)”.

Ainda tendo presente as DGAE, temos duas Urgências na Ação Evangelizadora, que dizem respeito diretamente ao nosso agir bíblico-catequético: temos o grande desafio de tornar sempre mais a nossa Igreja “casa da iniciação à vida cristã” e um “lugar de animação bíblica da vida e da pastoral”. Portanto, trabalho existe e a graça de deus não falha!

PARABÉNS queridos/as catequistas pelo Dia do/a catequista dentro do Mês Vocacional que estamos vivendo. A Igreja no Brasil reconhece com muito carinho essa vocação tão fundamental e apóia o “sim” dado diuturnamente a essa vocação por cada um e cada uma.

Um abraço fraterno, com a benção do nosso Deus Trindade e a proteção de Maria, a educadora da fé por excelência,

 

Dom Jacinto Bergmann,
Arcebispo de Pelotas e
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral
para a Animação Bíblico-Catequética
 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

UMA VIDA TOTALMENTE DOADA


Ir. Letícia Pacheco, 50 anos de Vida religiosa dedicados à catequese

Nada acontece por acaso, jovem ainda, tinha muitos sonhos, desejava casar, ter filhos, uma grande família, mas, o Senhor tem seus caminhos. Comecei a participar da catequese quando tinha os meus 14 anos e já desempenhava como "pequena catequista". Fui aos poucos descobrindo a Missão, o ser missionário. Aos poucos fui sendo atraída por Jesus para me tornar Missionária. Os anos foram passando e aos 17 anos, senti fortemente o Chamado "Vinde e Vede". Conheci a Congregação das Irmãs de Maria Menina. Gostei! Fiquei encantada pela alegria e o jeito de ser das Irmãs. Quando tinha 18 anos, um mês e dez dias, dei o meu SIM. O casamento agora era visto de outra forma, escolhi Jesus como meu Esposo. Entrei no convento no dia 28 de abril de 1958. Não é fácil deixar tudo, porém, como diz Jesus: "Quem deixar pai e mãe por minha causa, receberá o cêntuplo e ainda a vida eterna"!. Parece que a prova estava chegando! No ano seguinte (59) perdi minha mãe e meu pai ficou viúvo e sozinho e nós éramos duas filhas no Convento. E agora? Qual seria a reação do pai? Confesso que ele foi super generoso. No dia da Profissão Religiosa nos fez esta pergunta: - Filhas, vocês são felizes na vida Religiosa? E dissemos afirmativamente que sim. Ele acrescentou: Pois bem, se é assim, sigam a Cristo e sintam-se felizes e realizadas, o pai dará um jeito de organizar novamente a própria vida! Que ato maravilhoso, nos deu a liberdade de escolha. Em 1978, quando papai veio a falecer, ele disse orgulhosamente:" Morro feliz porque dei duas filhas para Deus!"

Desde a minha entrada no convento, além de ser Professora, comecei como Irmã, a dar Catequese na escola e na Paróquia. Sempre fui apaixonada pela catequese.

Fui enviada para o Rio Grande do Sul, na Diocese de Frederico Westphalen, cidade de Caiçara. Lá dei o meu trabalho catequético, como Catequista e fazia parte da Coordenação Diocesana. Em suma, dei minha vida apostólica durante 25 anos em meios aos meus irmãos gaúchos que tanto amo! Outros 25 anos de minha missão realizei em São Paulo. Neste ano, celebro os 50 Anos de Vida Consagrada e posso dizer: 50 Anos de Vida Catequética.

Posso dizer para vocês, valeu apena ter deixado TUDO e encontrei TUDO, continuo com muita alegria a minha vocação e o que é muito lindo, continuo apaixonada pela Catequese, tenho muito ardor missionário em meu coração.

Agradeço a Deus, à minha Congregação, às Santas Bartolomea Capitaneo (Fundadora que faleceu com 26 anos) e Vincença Gerosa que deu continuidade ao Instituto e hoje as Irmãs espalhadas por 19 Países e nos quatro Continentes levam ao mundo a Caridade do Amabilíssimo Redentor. Somos quase 5.000 Irmãs! Popularmente somos conhecidas como: Irmãs de Maria Menina.

Atualmente, moro em Rio Claro, São Paulo.  Jesus continua chamando, se você quiser conhecer a Congregação e se tornar uma de nós, comunique-se. Vale a pena seguir Jesus, se tivesse que escolher novamente, optaria para fazer o que tenho feito: SER de Jesus e do próximo, através de meu desempenho na Missão. Servi com alegria, vale a pena ser Catequista, ser educadora da Fé e formar vidas para Jesus.

A vocês que estão lendo esta mensagem e testemunho, agradeço, porque creio que você acredita na Vida e na Vida em Plenitude. O meu abraço carinho e um grande beijo a todos e todas catequistas. Eu amo vocês!

Irmã Letícia Pacheco
Congregação de Maria Menina – Rio Claro SP

FONTE: Blog Sou catequista de IVC - http:// imaculadacintra.blogspot.com/

À IR. ZÉLIA NOSSO ABRAÇO CARINHOSO

A nossa querida Ir. Zélia, cujo pai, S. Antonio Ribeiro Batista, deixou sua casa terrena e foi para junto do Pai Celeste, no dia 26 de agosto, último,  nosso abraço afetuoso e nosso imenso carinho:

“Há pessoas que morrem todos os dias. Morrem no orgulho, na ignorância, na fraqueza. Dizem que o homem morre para o mundo, mas nasce para Deus. Que quando morre a semente, nasce a flor. Assim, em toda morte, há uma nova vida. Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação... de desgosto, de tristeza, de solidão. Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. Essa gente empurrando a vida. Gritando, perdendo-se. Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa. Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Há gente morrendo até mesmo antes de nascer.
Nesse momento, vem a lembrança as pessoas que perdemos, essa vontade de abraçá-los outra vez. De retroceder no tempo e segurar a vida. É a ausência-presença, porque não podemos tocá-los, e ao mesmo tempo, podemos senti-los.
Ah! Aqueles que já partiram! Aqueles que viveram entre nós. Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. Foram para o além deixando este vazio inconsolável. Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes. A lembrança dos dias alegres. Daquela mão nos amparando. Daquela lágrima que vimos correr. Da vontade de ficar, quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto. Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. Essa prece que diz tudo. Esse soluço que morre na garganta... Essa saudade machucando o coração, do tamanho do infinito caindo sobre nós. Meu Deus! Que ausência tão cheia de presença! Que morte tão cheia de esperança e de vida!”

Texto: Padre Juca
Adaptação: Angela Rocha

Amigos e Amigas
Paz e Bem! 
 
Hoje é o 7º dia do falecimento do nosso pai, seu Batista, o farmacêutico.
Agradecemos a presença, orações e manifestações de solidariedade, durante os cinco anos da sua luta pela VIDA.
Foram momentos intensos de dor, sofrimento e abandono. Momentos  preenchidos com mensagens de esperança, de presença solidária e companheira de amigos, familiares, cuidadores, enfermeiros, médicos.
A certeza da esperança que não engana,  a confiança na misericórdia e bondade do Pai nos acompanharam durante esse tempo e continuarão animando nossos passos no peregrinar rumo à casa do Pai.
Nossa eterna gratidão a todos.

Ir. Zélia Maria Batista e Familiares de Antonio Ribeiro Batista.

domingo, 21 de agosto de 2011

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013

Papa Bento XVI anuncia o Rio como sede da 27ª Jornada Mundial da Juventude

 

O Papa Bento XVI anunciou oficialmente neste domingo, DIA 21 que o Rio de Janeiro será a próxima cidade a receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2013.

O anúncio foi feito durante missa de encerramento do evento, em Madri, na Espanha, após uma vigília ao longo da madrugada. Brasileiros presentes na missa cantaram trecho de "Cidade Maravilhosa" após anúncio oficial. Para esperar a divulgação da cidade como sede da JMJ. Sete mil jovens participaram de outra vigília no Maracanãzinho, no Rio, assim como em várias outras localidades do país.

A data prevista para o evento é de 23 a 28 de julho de 2013 e a expectativa é reunir mais de dois milhões de jovens peregrinos.

Após passar toda a noite em vigília, uma multidão de jovens católicos assistiu à missa rezada pelo papa Bento XVI, que encerrou a 26ª JMJ.

Depois de ser recebido pelos reis da Espanha na base aérea de Quatro Ventos, Bento XVI saudou os presentes à missa que concelebra com mil sacerdotes. A missa de encerramento da JMJ se denomina também "Eucaristia de Envio", porque depois dela começa a missão dos jovens que participaram destas jornadas nos seus países de origem.

 

 

Vigília da JMJ Madrid 2011



sábado, 20 de agosto de 2011

HOMILIA DO DOMINGO



ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
Assunção de Nossa Senhora, óleo sobre tela
Palácio Nacional de Mafra – Portugal
André Gonçalves, 1686-1762

Proclamação do dogma da Assunção:
"Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".

Maria foi glorificada por Deus. O dogma não deixa claro se Maria morreu ou não (ou adormeceu como nos fala algumas tradições). O texto fala do término do curso de sua vida terrestre. O que podemos claramente afirmar é que, como Jesus, Maria é glorificada, ressuscitada, a Rainha do Céu e da Terra, a mulher vestida de sol do Apocalipse. Eis o significado do dogma da Assunção, proclamado pelo Papa Pio XII.
São Paulo nos diz (na segunda leitura) sobre a nossa ressurreição, afirmando que nós também ressuscitaremos como Cristo. No Apocalipse (primeira leitura) vemos Maria como sinal glorioso, vitoriosa contra os poderes do mal. Unindo os dois textos, afirmamos que Maria é o ícone escatológico da Igreja, ou seja ela é antecipadamente o que desejamos ser. Ela está glorificada, enquanto nós queremos o mesmo: esperamos participar da glória de Deus no Mundo Novo prometido por Jesus. Desejamos a ressurreição como Maria já é ressuscitada.
Há uma conexão entre esta vida e a vida após a morte, de tal modo, que estamos amadurecendo, crescendo rumo à maturidade em Cristo, ao dom da vida plena, de ressuscitados. “O que é imperecível é precisamente aquilo que viemos a ser no nosso corpo, o que cresceu e amadureceu na vida nas realidades deste mundo. O Cristianismo anuncia a eternidade daquilo que se passou neste mundo (...) É o amor de Deus que nos torna eternos e a este amor que concede a vida eterna é que chamamos de ‘céu’” (Bento XVI).
Costumamos coroar Nossa Senhora, proclamá-la Rainha, colocamos nela coroas e adornos solenes. Tudo isso é um bonito sinal de nossa devoção a Mãe de Deus, aquela que foi chamada “bem aventurada”, a “maior de todas as mulheres”, a “mãe do Senhor”, conforme ela mesma foi chamada por Isabel quando estava cheia do Espírito Santo. Por outro lado, Maria é mulher humana como nós, que fez o seu caminho de discípula até que Deus a glorificasse. As lições humanas da discípula Maria são os indicativos para que caminhemos rumo a Céu, como ela.
1) No Evangelho, Maria não dá a si mesma um título de “endeusamento”, Maria se auto-entitula humilde e serva. Em seguida, declara uma realidade: todos me considerarão bem-aventurada, ou seja, no grego, makária, que significa Santa do Reino de Deus (Lc 1,48). E quem lhe deu esta graça? Foi o Senhor que fez grande coisas em seus favor, como ela mesmo diz no versículo seguinte. Assim, quem proclamou Maria como Santa não foi a Igreja, mas o próprio Deus, segundo evangelista Lucas, e isso aconteceu por ela ser a serva humilde do Senhor. Maria é a primeira discípula que escuta a Palavra no silêncio, abrindo-se à vontade de Deus, deixando-se guiar por Ele.
2) Deste modo, existe um caminho seguro para se chegar a bem aventurança de Maria: a humildade. Ela não quis ser grande, ela se tornou grande por ser a menor de todas: Maria é a humilde serva de Javé. O Senhor olhou para a sua simplicidade e humildade. Quantas vezes queremos ser exaltados, queremos oprimir, queremos o primeiro lugar. Maria, no entanto, ganhou o primeiro lugar porque se colocou na última posição. Da humildade nasce seu serviço. Maria é disponível, pronta. Vai às pressas para ajudar Isabel. É interessante observar que a Escritura relata que a primeira atitude de  Maria após o anúncio do Anjo foi a de ir ajudar nos trabalhos domésticos de sua prima grávida. Maria nos dá o exemplo: também nós devemos ser disponíveis ao serviço, aos irmãos, ao trabalho na Igreja, ao Reino.
3) Maria é “bem aventurada porque acreditou”. Aqui está um contraponto a Zacarias. Esse era sacerdote do templo, mas duvidou da promessa divina. Do outro lado está Maria, uma jovem sem títulos.  No entanto, foi ela que acreditou nas promessas de Deus: Ela é a mãe da fé, que acreditou no Senhor que ela mesma carregava no seu ventre. A fé nos faz caminhar rumo ao Céu de Maria, faz-nos antecipar o Céu, dá sustento para que o nosso cristianismo não seja teórico ou folclórico. A fé impulsiona nossa vida para que sejamos gratuitos como Maria, fazendo a vida se encher de beleza e sentido.
Que na humildade, no serviço e na fé vivamos “atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória [de Deus]” (Oração da Coleta).

Pe. Roberto Nentwig
Arquidiocese de Curitiba

Loading...

Cadastre seu email e receba nossas novidades:

Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética

MAPA DE VISITAS